A Abelhinha Rosa: Confissão de um Prazer Devorador e Perigoso

Jovem mulher sedutora

No quarto escuro, ao lado da nossa cama, a caixa me esperava. Encontrei a abelhinha rosa, sex-toy vibrante em silicone, com sangles firmes. Ela, que parecia tão casta, escondia isso. Meu pau endureceu na hora. Dias depois, o colis chegou. Esta noite, hora de testar.

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Ela entra, chemise de nuit rosa leve roçando coxas grossas, musculosas. Vejo tudo. Coração acelera. Imagino aquela pele suada, tremendo com o brinquedo. Não mais segredo. ‘Surpresa pra você. Fica de joelhos na cama. Deixa eu fazer.’ Sorri, surpresa. Vou atrás, beijo o pescoço. Foulard preto nos olhos. Cego total.

A Febre

Mãos no corpo dela, por cima do tecido. Ventre quente. Coxas. Subo a camisola. Pele macia, ardente. Tirei tudo. Nua, esperando. Eu tiro a camisa, só boxer. Pele na pele, arrepio. ‘Gosto assim. Peito pra fora, mãos na nuca, braços abertos. Cambia. Bunda nos calcanhares, coxas abertas.’ Obedece devagar. Perfeita.

Dedos no pescoço, lábios. Forço a boca, abre pouco. Mãos nas ancas, coxas. Atrás, falo de leve nas nádegas. Dentro das coxas, roço a intimidade. Suspiro dela. Dedo molhado na boca dela. Prova o gosto. Eu provo. Frissons. ‘Teu corpo é meu hoje. Confia?’ ‘Sim.’ Levanta a bunda. Belo movimento.

Papel rasga. Scratch. Pulseira no pulso esquerdo. Direito. Chevilles também. Deito ela devagar, cabeça no travesseiro. Quatro patas. ‘Cambia, oferecida.’ Obedece. Aproximo pés, cliquet fecha. Sangles fortes, forradas de tecido macio. Levanto ela. Equilíbrio duro no escuro. Braços atrás, cliquet. Ligo chevilles a pulsos. Quase se tocam. Bunda nos pés, peito pra frente, cambrada. Linda.

Mãos everywhere. Pele sensível. Seios duros. Ventre, pubis. Dedo no sulco, roça o cuzinho. Sexo encharcado. Entra fácil. ‘Quero te acariciar?’ ‘Sim.’ ‘O que tem na caixa?’ Silêncio. Mãos no sexo aberto. ‘Diz.’ ‘Um sex-toy.’ ‘Puta safada?’ ‘Sim.’ ‘Gosta disso?’ ‘Sim.’ ‘E com o toy?’ ‘Sim, mas rápido demais.’ ‘Vai usar na minha frente. Ou liga pra mim.’ ‘Sim.’ ‘Quer agora?’ ‘Não, prefiro tu.’ ‘Diz o que faço.’ ‘Me acaricia.’ ‘Te amarrei aberta e tu ama.’ ‘Sim, tô aberta pra ti, safada pra ti.’ Beijo a boca.

O Braseiro

‘Quero te ver com o toy, senão para.’ ‘Vai rápido.’ ‘Eu mando.’ Toy fora da caixa. Roço corpo dela, desligado. Liga. Vibra nos mamilos. Frêmito. Sangles: ancas, coxas. Silicone na entrada. Geme. Bacia ondula. Viro ela de costas. Braços presos embaixo. Pernas abertas. Tenta fechar, pudor. ‘Aberta.’ Obedece. Mão na coxa, prega. Quente, úmida. Movimenta, toy roça. Vibro forte. Geme alto. Afasto, protesta. Tende pro toy. Animal. Mão entre toy e sexo. Vibrações nos dedos. Goza forte.

Não paro. Clitóris sensível. Coxas fecham. ‘Para, por favor.’ Cedo. Tiro sangles, bandeau. ‘Foi minha puta perfeita.’ ‘Obrigada.’ Cora. Chego toy no rosto. ‘Prova teu gosto.’ Obedece. Beijo. Mão nos cabelos, seios, ventre. Pronta de novo.

Língua no pescoço, seios, umbigo. No clitó. Geme, mexe presa. Goza rápido. Boxer fora. Joelho no ombro. Boca dela me chupa. Entro entre coxas. Missionário com liens. Entra fácil, quente, escorregadia. Aperta com músculo secreto. Suspira, goza em ondas. Elétrica. Saio. Punho no pau, gozo no ventre. Ela pega com dedo, leva à boca. Impudica. Beijo cúmplice.

Corpos suados esfriam devagar. Pele ainda queima. Olhos nos olhos. Algo único vivido. Coração desacelera. Abraço. Cinzas quentes do fogo que nos consumiu.

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