Confissão Ardente no Banco de Trás: O Calor que Quase me Consumiu

O ar da noite morde a pele. Dois graus no painel. Entramos no carro dela, suados da pista. Charlotte ri, procura o desodorante no saco. Nada. Fica ali, inclinada, o rabo empinado contra mim. Trava. Cai em cima. Peito roça o meu. Olhos verdes cravam nos meus. Coração martela no peito. Baque na vidraça. Ela em cima, seios livres no decote. ‘Gostam?’, sussurra, rindo baixo. Engulo seco. ‘Nunca vi de verdade’, admito, voz rouca. Timidez derretendo no calor dela. Mãos tremem. Ela se ajeita. Cavalgando minhas coxas. Tira o top. Sutiã voa. Peitos perfeitos, rosados, firmes. Mamilos endurecem no ar frio. Meu pau pulsa, cresce duro contra a calça. Respiração dela acelera. Pele quente gruda na minha. ‘Interessante’, diz, mão desce. Apalpa o volume. Aperta. Eu gemo. Coração explode. Urgência sobe, vermelha, faminta.

Nuca suada. Boca seca. Ela abre minha braguilha. Pau salta, latejante. Dedos dela tocam o topo, suaves, depois firmes. Circulam a cabeça inchada. Pré-gozo escorre. ‘Impressionante’, murmura, olhos famintos. Tira a saia. Calcinha some. Buceta raspada, lisa, úmida brilhando. Pernas abertas sobre mim. Cheiro dela invade. Doce, almiscarado. Coração galopa. Mãos minhas sobem, apertam os seios. Pesados, quentes. Polegares nos mamilos. Ela arqueia. Geme baixo. Boca na minha. Línguas se chupam, selvagens. Saliva escorre. Pau roça a entrada dela. Molhada, escorregadia. Ela desce devagar. Cabeça entra. Apertada, quente. Eu empurro. Corpo todo dentro. Ela grita suave. Quadris rebolam. Ritmo acelera. Suor pinga. Bancos rangem. Vidros embaçam. Dedos cravam nas costas dela. Unhas arranham. Pele em fogo. Cada estocada mais fundo. Buceta suga, aperta. Bolas batem. Coração surda. Prazer devora. Perco o controle. Ela goza primeiro. Corpo treme, contraí. Eu explodo. Jatos quentes dentro. Ondas rasgam. Mundo some.

A Febre

Calor residual queima a pele. Ela desaba em mim. Respiração ofegante. Corações batem juntos. Suor frio agora. Ar gelado entra pela fresta. Riso nervoso. ‘Incrível’, ela sussurra. Beijo leve na boca. Pernas moles. Pau amolece, escorrega pra fora. Líquido escorre coxa dela. Olhos nos meus. Cumplicidade. Barulho lá fora. Guri rondando. Vestimo-nos às pressas. Botões errados. Risos abafados. Saímos, pele ainda formigando. Volta à festa. Olhares cúmplices. Corpo marcado. Aquela urgência vive em mim. Único. Devorador. Perigoso.

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