Confissão Picante: Minha Belle-Sœur no Clube Libertino de Paris

Mulher de biquíni à beira da água

Final de maio de 2021. Quase seis meses sem ela. Meu telefone vibra. Claire liga. Dois dias em Paris. Quer se acabar na vida noturna. Meu pau endurece só de pensar nos seios fartos, firmes. No cu acolhedor. Hotel? Não. Eu organizo. Texto: ‘A quinta. Vista uma saia discreta, abaixo do joelho, sem decote. Te levo pra uma noite.’ Ela responde rápido: ‘Discreta? Quero me acabar, não me entediar.’ ‘Confia em mim.’ Chega quinta, 17h. Bate na porta. Tailleur chique. Fecha a porta, ela pula no meu pescoço. Beijo na boca. Pega minha mão, leva pra calcinha. ‘Estou encharcada. Me fode agora!’ ‘Não. Veste a saia discreta. Vamos.’ ‘Pra onde?’ ‘Clube libertino. Você é minha esposa. Te arrastei apesar da timidez.’ Ela ri alto. Olhos brilhando. Pula de novo no pescoço. ‘Me conhece! Santa-nitouche me excita. Vai deixar machos loucos!’ No carro, ela levanta a saia. Mostra calcinha preta. Toca minha virilha. Sente o volume. Eu dirijo, coração disparado. Chegamos ao clube charmoso em Paris. Casal simpático no comando. Copos na mão. Casais dançam. Um casal se aproxima. Michel, 50, corpo atlético como o meu. Hélène, grande, peitão enorme, quadris largos. Mini-saia, pernas gostosas. Michel cola em Claire. Ela fecha pernas, braços cruzados, cara fechada. Perfeito. Conversa rola. Eles querem trocar. Claire ‘só olha’. Eu ‘quero experimentar’. Michel acalma: ‘Mulheres mandam aqui.’ Hélène apalpa meu pau por cima da calça. Ereção por causa de Claire. Eu finjo, acaricio a calcinha úmida dela. Michel sobe saia de Claire. Ela resiste. Pernas fechadas. Ele alisa coxas. Eu enfio mão na calcinha de Hélène. Toco clitóris. Ela me mama por cima. Michel sugere sala no subsolo. Claire nega. Insistem. Ela cede: ‘Só assisto.’ Sala pequena. Porta fechada. Eu no sofá com Hélène. Ela tira blusa, sutiã. Peitos gigantes, um pouco caídos. Eu solto calça. Ela agarra minha rola. Eu amasso peitos. Claire crispada, pernas unidas. Michel no puff. Tira calça, punheta olhando. Rola dele curva, menor que a minha. Eu arranco calcinha de Hélène. Buceta raspada, aberta, molhada. Michel pede pra Claire tocar peitos dela. Olha pra mim. ‘Relaxa, amor. Aproveita.’ ‘Só por cima da roupa.’ Ele apalpa. Hélène me chupa. Eu lambo ela. Michel pede punheta. Nega. Tenta desabotoar. Repulsa. Ele murcha. Eu entro no jogo. Vou pra Claire. Atrás dela. Amasso peitos, desabotoo saia. Cai nos joelhos. Solto sutiã. Seios redondos, bicos duros. Michel endurece. Sinalizo. Ele toca. Ela recua fingindo. Ele ama a firmeza. Maior que os de Hélène. Claire se entrega ao toque. Mão na calcinha dela. Encharcada. ‘Boa, amor. Tá pingando.’ Michel: ‘Quero punhetar vendo tua buceta e cu.’ Coloco ela de quatro. Levanto saia nas costas. Hélène baixa calcinha. ‘Abre as coxas.’ Grandes lábios expostos. Michel punheta furioso. Eu sento, enfio rola na boca dela. Ela mama. Piscadela safada. Adora o roleplay. Hélène tira calcinha de vez. Eles apalpam buceta peluda, cu. Ela empina. Eu saio da boca. Quase gozo. Michel: ‘Tá encharcada. Quer uma rola na gruta?’ Ela fecha coxas. Senta. ‘Não com estranho!’ ‘Eu te fodo então.’ Tiro roupa toda. Nua, de quatro. Penetro forte. Olhos neles. Besunto selvagem. Coxas batem nas nádegas. Claques altos. Gozo rápido. Porra escorre coxas. ‘Desculpa, amor. Você é demais.’ ‘Fiquei na seca.’ ‘Te dedamos. Mas Michel quer te foder.’ ‘Só teu pau desde casados.’ ‘Aqui é pra curtir.’ Ele capa. Senta. Ela monta. Hélène beija, mama peitos. Ela rebola. Eu dedo Hélène. Abro porta. Três caras espiam. Seios balançando, gemendo na rola de Michel. Entro eles. Um grandão, mais que meus 20cm. Apalpa monte de Vênus. Dedilha clit. Outros mamam peitos. Michel goza rugindo. Claire levanta. Olha rola do grandão. Ele: ‘Gostosa, peitão, cintura fina. Quer?’ ‘Se maridão aprova.’ Eu aceno. Ele leva pro sofá. ‘Empina o cu!’ De joelhos. Buceta dilatada, molhada. Enfia até o talo. Grito dela. Pica forte. Cada estocada a empurra pro muro. Claquetes nas nádegas. ‘Sente minha grossa, puta!’ ‘Tua buceta é boa, vadia!’ Ela goza gritando ‘Oh sim!’ Ele sai, tira capa, goza nas costas. Ela exausta. Copos pra recuperar. Saímos. Carro. Apartamento. ‘Adorei. Obrigada.’ Na cama, eu quero mais. ‘Buceta em brasa. Te alivio com boca. E um cunni final.’ 69. Gozamos juntos. Manhã, café. ‘Volto logo.’ Piscada prometendo.

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