Confissão Picante: Despertei a Deusa de Gelo com Meu Pau na Caverna Islandesa

Jovem mulher sedutora

A caverna em Egistadur pulsava com luz branca. Outubro de 1936, Islândia. Eu, Rochat, 69 anos, corpo firme como o gelo que amava. A estátua de Zaria, deusa nua de joelhos, pernas abertas. Fenda rosada entre as nádegas. Ânus apertado. Vagina fina, clitóris capuzado. Dedo nu escorrega lá. Quente. Pulsa. Aperta meu dedo. Coração martela. Respiração acelera. Suor brota sob lã pesada. D’Arouet lê runas antigas. Ignoro. Penetro de novo. Lábios de gelo incham. Cor de carne. Toque o cu. Abre. Fecha. Mão no rosto dela. Lábios gelados nos meus. Visão explode: ela viva, olhos famintos. Meu amor perdido. Coração explode. Pele queima. Desejo vermelho engole razão. Seios duros nas palmas. Mamilos endurecem. Pinço. Textura muda. Ela responde. Calor sobe. Verga endurece latejante. Calças apertam. Urgência devora. Tirei casaco. Mãos nuas devoram curvas. Ela é minha. Só minha.

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Virei-a. Costas arqueadas. Dedos no sexo. Molhado agora. Língua mergulha. Sabor antigo, picante. Como ela, anos atrás. Cheiro de tesão puro. Ela geme baixo. Corpo derrete gelo. Carne dourada. D’Arouet ofega, pau na mão. Ignoro. Nu total. Pau grosso, veias saltadas. Posiciono atrás. Cabeça no vão. Empurro lento. Entra quentinho. Ela estica. Aperta. Coração galopa. Saio devagar. Entro mais fundo. Ela empina. Geme: “Boa…”. Polegar no cu. Abre faminto. Ela se curva. Convida. Troco buraco. Pau no ânus. Lento. Masturbo clitóris inchado. Ela urra. Movimenta quadris. Eu bombo. Profundo. Dedos na buceta encharcada. Ela pinça tetas. Puxa mamilos. Pele suada. Meu suor pinga nela. Ritmo acelera. Ela grita: “Quero gozar!”. Aperto clitóris. Bombo forte. Ela explode. Cu engole meu pau. Gozo jorros quentes. Borrifo dentro. Ela treme. Eu tremo. D’Arouet goza no chão. Ar cheira a sexo bruto.

A Febre

Abraço-a. Pele quente colada na minha. Corações batem juntos. Felicidade inunda. Ela sorri. “Meu amor”. Eu: “Para sempre”. Grondar ecoa. Cibog surge, furioso. Deusa Mora dedurou. Ele rosna: “Maldito mortal”. Mas honra promessa. Liberta-a. Imortalidade pra mim. Vórtice nos suga. Acordo em barco. Céu azul marinho. Zaria ao lado, viva, perfeita. Beijo-a. Pele ainda arde. Coração sereno. Eternidade nossa. D’Arouet lá fora, sozinho. Manchas de porra na calça. Caverna selada. Meu último viaje? Não. Primeiro de mil. Desejo satisfeito. Cinzas quentes. Pronto pra mais.

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