Confissão Picante: O Fogo Proibido na Casa da Viúva
A cozinha da casa na ponta rochosa da Bretanha cheirava a crêpes queimadas e chuva furiosa. Fora, as ondas esmigalhadas contra a falésia rugiam como feras. Jeanne apontava a arma, olhos claros flamejando. Meu coração martelava no peito, suor escorrendo pelas costas. Ela sorria torto, o pull islandês colado ao corpo magro. ‘Fode comigo ou morre’, sussurrou. O ar parou. Meu pau endureceu apesar do medo. Aquela mulher de quase sessenta, viúva assassina, era um ímã. Pele pálida, seios firmes sob o tecido fino. Avancei. Mãos trêmulas no coldre da arma. Ela baixou o cano. Dedos quentes dela no meu rosto. Boca dela na minha, língua invasora, gosto de sal e farinha. Corpo dela pressionado ao meu. Coração dela batendo louco contra o peito. Queria devorá-la ali, na mesa suja. Mãos minhas rasgando o pull. Peitos dela livres, mamilos duros como pedras. Mordi um. Ela gemeu baixo, unhas cravando minhas costas. Calor subia, vermelho no sangue. Perdia o controle. Ela me empurrou contra a mesa. Pernas dela ao redor da minha cintura. Legging rasgado num puxão. Dela nua, molhada, aberta. Meu pau latejando, roçando a entrada dela. ‘Agora’, ordenou. O mundo girava em febre.
Ela me montou como uma predadora. Cozinha escura, só clarão dos relâmpagos. Corpo dela caindo sobre o meu, pele suada colando. Pau mergulhando fundo nela, quente, apertado. Gemidos ecoando com o trovão. Unhas dela rasgando minha camisa. Mordidas no pescoço, sangue na boca dela. Eu a fodia com fúria, quadris batendo fortes. Seios balançando, suor pingando nos meus lábios. Ela gritava, ‘Mais, me quebra!’. Virei-a de bruços na mesa. Farinha grudando na pele dela. Bunda empinada, branca, marcada pelas minhas mãos. Entrego nela de novo, fundo, selvagem. Ela gozou primeiro, corpo convulsionando, unhas na madeira. Apertei os quadris dela, bombeando sem piedade. Calor dela me sugando. Gozei explodindo, enchendo-a, pernas tremendo. Corpo colado ao dela, ofegantes. Arma no chão, esquecida. Pacto selado no suor e porra. Selvageria pura, sem filtros. Cada estocada uma posse. Cada gemido uma rendição.
A Febre
Caímos no chão frio da cozinha. Pele ainda ardendo, corações desacelerando devagar. Ela deitada no meu peito, cabelos grisalhos espalhados. Dedos traçando marcas vermelhas na minha pele. Silêncio roto só pelas ondas. ‘O segredo fica aqui’, murmurou. Eu assenti, queimadura doce no peito. Corpo dela mole, satisfeito. Meu pau mole dentro dela ainda. Levantei, peguei a carta, queimei na pia. Cinzas no esgoto. Ela sorriu, olhos brilhando. Beijo lento agora, sem urgência. Subimos escada abraçados. Cama dela cheirava a Georges, mas era nossa agora. Dormimos enroscados, pele colada. Amanheceu com sol fraco. Ela fez café, nua na cozinha. Eu a fodi de novo, devagar, contra a janela. Mar calmo lá fora. Algo único vivido. Fantasma de Georges assistia, mas calado. Eu era o novo rei daquela casa. Prazer total, perigoso, eterno.



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