Confissão Ardente: A Mulher Virtual que Me Fez Perder o Controle
No quarto escuro do meu apartamento nos beaux quartiers de Paris, chuva batendo na janela como um coração acelerado. Eu, casado há oito anos, quarentão no fundo do poço. Inscrito num site de encontros comuns. Foto com meu sinal de beleza em forma de coração. Chats leves, coquete. Então, Catherine. Bretã, trintona, arquiteta, divorciada, Mercedes grande. Palavras afiadas. Mensagens viram poemas. Voz ao telefone: mel grosso, sussurro que arrepia a pele.
Coração martela. Dedos voam no teclado. Noites sem dormir. Ela invade: SMS entre reuniões, chamadas diurnas, poemas dela à meia-noite. Eu respondo com fogo. Pele queima só de imaginar. Não divorciado ainda, ela manda esperar. Mas o desejo sobe. Vermelho no peito. Respiração curta. Urgência de possuir.
A Febre
Primeiras carícias verbais. Sem webcam. Só voz. Ela geme baixinho. Eu guio. ‘Toca devagar, Catherine.’ Dedos dela na pele úmida. Floc-floc ecoa no fone. Coração explode. Suor escorre nas costas. Paixão virtual devora a razão. Quero mais. Agora.
O quarto cheira a tesão. Lençóis amassados. Corpo tenso. Ela sussurra: ‘Estou molhada por ti, amor.’ Pernas tremem. Mão na carne dura. Ritmo acelera. Febre total. Tudo vermelho. Perco o ar.
Dias viram semanas. Mensagens cruas. ‘Quero tua chatte cheia de mim.’ Ela ri baixo, ofega. Coração na garganta. Pele em brasa. Urgência de foder de verdade. Mas ela adia. Encontros cancelados. Chantier, lesão. Lágrimas no telefone. ‘Amo-te loucamente, mas não posso.’ Eu imploro. Ela segura as rédeas. Desejo ferve mais.
Quarenta anos. Convite para Quiberon, praia bretã. Chuva fustiga o rosto lá. Ela liga à noite. Voz rouca. ‘Feliz aniversário, amor.’ Dedos voam na buceta dela. Eu bombeio forte. Gritos mistos. Orgasmo explode. Mas vazio depois. Febre no pico. Corpo suado, alma faminta.
No quarto sob a chuva parisiense, febre consome. Pele pegajosa. Coração galopa. Quero possuir. Devorar. Perigosamente.
O Braseiro
O telefone vibra. Voz dela: ‘Vem, amor, fode-me com palavras.’ Mão aperta o pau latejante. Ela descreve: ‘Dedos entrão e saem, molhado todo.’ Floc-floc alto. Respiração rasgada. ‘Mais forte, Catherine, imagina minha pica grossa rasgando-te.’ Ela urra. Seios balançam invisíveis. Mamilos duros como pedras. Eu sinto o cheiro dela no ar úmido.
Corpo arqueia. Suor pinga. Coração detona no peito. ‘Vou gozar, amor, dá-me teu esperma.’ Bombeio selvagem. Ela explode primeiro: grito animal, corpo convulso ao longe. Meu jorro quente mancha o abdômen. Ondas de prazer rasgam. Pernas fraquejam. Gemos juntos. Selvageria pura. Sem filtros. Carne crua. Cada poro grita.
Ritmo cardiaco enlouquece. Pele colada no lençol. Ela lambe os lábios pelo fone. ‘Rinço os dedos na minha cona por ti.’ Eu lambo o sêmen, imaginando o gosto dela. Fogo multiplica. Mais uma rodada. Dedos dela chicoteiam o clitóris inchado. Eu aperto as bolas. ‘Goza forte, puta minha.’ Urros ecoam na noite. Orgasmo duplo, tríplo. Corpo exausto, mas insaciável.
Braseiro arde. Suor e porra mistos. Vozes roucas. Paixão bruta. Perco o controle total.
Cinzas quentes sob a pele. Orgasmo ecoa. Respiração acalma devagar. Quarto cheira a sexo virtual. Corpo mole, coração lento. Ela suspira: ‘Amo-te.’ Mas adiamentos. Meses. Separação da mulher. Ainda sem encontro. Dúvidas corroem. Amigo na polícia revela: mitômana, cinquenta, desempregada na província.
SMS ácidos. Silêncio dela. Semanas depois, ‘PORQUÊ?’. Sentimentos reais, mesmo virtuais. Pele ainda queima com memórias. Cinzas fumegam. Vivi algo único. Devorador. Perigoso. Valeu cada gota de suor.



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