Confissão Picante: Meu Primeiro Trio Selvagem à Beira do Rio

A lisière do bosque cheirava a trigo maduro e terra quente. O sol queimava a pele. Eu, Rachel, 23 anos, saí de Paris de carona. Annette e Jérôme me pegaram na Dyane velha. Risos no carro. Mãos deles se tocando. Eu fingi dormir. Vi dedos subindo a coxa dela. Culotte branca. Excitação no ar. Chegamos ao campo. Piquenique. Vinho rosé escorrendo. Jérôme se trocou nu. Pênis balançando, raspado, grosso. Meu coração acelerou. Vermelhidão nas bochechas. Annette riu. ‘Olha ele, apetitoso?’ Tirei a roupa. Seios livres. Calor na pele. Nudez total. Rio lá embaixo. Desci com ela. Ela mijou sem pudor, pernas abertas. Sexo liso. Eu entrei na água. Fria. Jérôme veio nu. Pênis meia-bomba. Brincadeiras. Beijos deles. Vorazes. Saímos. Ela masturbou ele na toalha. ‘Vem, toca.’ Minha mão tremeu. Pele quente, grossa. Veia pulsando. Boca dela no pau. Saliva brilhando.

Annette me puxou. ‘Senta nele.’ Coração martelando. Glande na entrada. Desci devagar. Encheu tudo. Dorzinha no fundo. Ela me beijou. Língua macia. Primeira vez com mulher. Jérôme lambeu meu sexo. Língua no clitóris. Dedo no cu. Corpo tremendo. Ela gozou primeiro. Espasmos. Pubis liso roçando minha mão. Meu turno. Ela me guiou. De quatro. Pau entrando fundo. Batidas fortes. Sucção molhada. Mamas balançando. Ele apertava. Ela no meu cu. Dedo girando. ‘Gosta da bite dele?’ Gemidos. Coração na garganta. Pele suada colando. Orgasmos vindo. ‘Não goza dentro, sem pílula!’ Ele saiu. Jatos quentes nas nádegas. Esperma escorrendo. Corpo mole. Sanduíche de carne e suor.

A Febre

Água fria lavou o sêmen. Risos exaustos. Pele ainda ardendo. Coração desacelerando devagar. Jérôme: ‘Foi único.’ Dormimos na casa deles. Noite de mais. Trio banal? Para mim, fogo eterno. Suor seco na pele. Memória que queima. Patrick, isso me acende agora. Vem, me possui.

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