Confissão Picante: A Veterinária Devorada pelo Desejo da Dona do Cão

Casal abraçado

No consultório veterinário, o ar cheira a desinfetante e desejo reprimido. Marie entra com Guiness. Olhos maliciosos. Cabelos curtos, corpo esguio sob a roupa justa. Peço o passeport. Ela esqueceu. ‘Você será punida’, solto sem pensar. Coração acelera. Pele formiga. Ela sorri. ‘O que propõe?’ Frisson desce pela espinha. Duas semanas depois, chego à casa dela. Coração martela. Coloco o jeans justo, blusa decotada. Guiness late. Porta aberta. Ela desce escada em robe transparente. Seios balançam. String minúsculo. Coloco colar no pescoço dela. ‘Vacine o cão.’ Mãos tremem. Ela obedece. Pele quente roça a minha. Pressiono seios contra as costas dela. Dedos mergulham na umidade. Chatte encharcada. Puxo colar. Ela cai. Enjambo. Sexo no rosto dela. ‘Dez lambidas pra me fazer gozar.’ Língua sopra fenda. Calor sobe. Punta dança no clitóris. Contorno: uma, duas. Sucção molhada. Quatro. Ventre contrai. Pensamentos voam pro meu homem. Imagino pau dele pulsando. Sete. Ela gira língua fundo. Oito. Dedos nas nádegas. Lamba cu. Pernas tremem. Quase. Telefone urgente toca. Cliente imbecil. Ela continua lambendo escondida. Raiva e tesão explodem. Masturbo na cara dela. Gozo forte. Jatos quentes escorrem coxas. Caio sobre ela. Braços me envolvem. Beijos doces.

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Carro dela me segue. Casa do porco. Cachorro vomita. Ele nos devora com olhos. ‘Duas pépées.’ Colar no pescoço dela esquecido. Ela segura cão. Mordida. Sangue. ‘Desculpe, mestra.’ Ele a toca. Mão em bunda. Pau duro roça. Pânico. Ele puxa pau roxo. Tenta foder. ‘Cães loucos sem colar.’ Ela sorri. Colar no meu pescoço. Beijo lento. Revirevolta. Socão no nariz dele. Sangue jorra. Amarra num instante. Pau mole. ‘Chupa ele.’ Ajoelho. Mão na verga flácida. Língua gira. Endurece. Ela atrás. Seios meus apertados. Dedos em mim. Ele goza. Jatos grossos na cara. Saliva dela limpa. Lamba esperma. Língua na boca. Doce salgado. Ele grita preso. Saímos. Volta pra casa dela. Corpo arde ainda.

A Febre

De volta ao carro. Ela se aninha. ‘Volta amanhã.’ Sem jogos. Banho quente. Janta à luz de velas. Dedos entrelaçados. Pele ainda queima. Noites seguintes: línguas em fendas. Gozos múltiplos. Ela lê minha alma. Acróstico no papel: ‘J’ai réalisé que préfères leur sonde.’ Rimos. Separamos com lágrimas. Desejo único. Selvagem. Meu.

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