Confissão Ardente: Sexo Selvagem no Carro Sob a Chuva com Ludo
A chuva martelava o teto da Rosalie como punhos furiosos. Estrada estreita na Ardèche, raios rasgando o céu negro. Eu, Zoé, tremia no banco da frente, jeans encharcado colando nas coxas. Ludo parou o carro. Motor morto. Frio cortante entrava pelas juntas. ‘Vem pro banco de trás’, disse ele, voz rouca. Cobertura grossa no colo. Desci, corpo gelado. Ele veio atrás. Pele contra pele sob o pano áspero. Coração acelerado. Respiração dele no meu pescoço. Mãos quentes roçando meus seios. Arrepios. Não de frio. Desejo subia como lava. Ele desabotoou minha blusa. Mamelos duros. Boca faminta no meu colo. Gemido escapou. Pernas se abrindo sozinhas. ‘Ludo…’, sussurrei. Ele riu baixo. Mão na minha virilha. Calor pulsando ali. Tudo vermelho. Urgência devorando.
Jeans no chão. Calcinha rasgada. Ele nu, pau duro roçando minha coxa. Banco estreito. Corpos suados. Boca dele na minha boceta. Língua invadindo. Chupando forte. Clitóris inchado. Quadris subindo. ‘Porra, que delícia’, grunhi. Dedos enfiados. Ritmo brutal. Orgasmo vindo. Corpo convulsionando. Gritei alto. Ele não parou. Pau na entrada. Empurrão seco. Encheu tudo. Dor misturada com prazer. Ele bombava forte. Banco rangendo. Suor pingando. Unhas nas costas dele. ‘Mais fundo, caralho!’ Paredes apertando. Coração trovejando. Ele virava. Eu por cima. Cavalgando selvagem. Coxas queimando. Pau acertando o fundo. Gozei de novo. Tremei inteira. Ele segurou. Esperou. Virou de novo. Levrette apertada. Mão na bunda. Dedo roçando o cu. ‘Não hoje’, rosnei. Ele acelerou. Gozo explodindo dentro. Quente. Cheio. Corpo mole.
A Febre
Saímos nus. Cobertura no chão úmido. Sol voltando. Ar fresco na pele ardente. Ele me deitou. Beijos lentos. Dedos traçando suor seco. Boceta sensível. Ainda pulsando. Ele lambeu devagar. Depois de mim. Abraçados. Coração desacelerando. Mas fogo latente. Voltei pro banco. Pernas bambas. Cheiro de sexo no ar. Rosalie buée toda. Ele ligou o motor. Sorri. ‘Melhor que qualquer hotel’. Eu ri. Pele ainda queimando. Momento único. Perigoso. Total. Nunca esqueci aquela chuva. Nem o prazer que nos consumiu.



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