Confissão Picante: Dois Amantes em Um, o Segredo Ardente de Isalia
O bungalow dos gardiens cheirava a terra úmida e fumaça de barbecue. A festa rolava solta no pré ao lado do chantier d’Isalia. Cerveja escorria pela minha pele suada, o ar quente de agosto grudava em mim. Pat, minha irmã, ria alto, os olhos famintos no ‘Jacques’ que chegara tarde da noite. Ele, alto, loiro, músculos tensos de quem cava relíquias antigas. Meu coração batia descompassado. Bebemos mais. Pat colava nele, mãos ousadas no peito largo. Eu via tudo, o ciúme misturado a um fogo baixo na barriga. O desejo subia, vermelho, urgente. Entramos no bungalow aos tropeços. Três corpos suados, risos embriagados. Pat o beijava voraz, eu me aproximava, pele em chamas. O ar ficava espesso, pulsos acelerados ecoando no silêncio da noite. Tudo vermelho. Insaciável.
Pat o empurrou na cama improvisada. Desabotoou a camisa dele, expôs o peito dourado pelo sol das fouilles. Eu tirei o vestido, nú nude sob a luz fraca da lâmpada. Ele nos olhava, olhos predadores. Pat montou nele primeiro, gemendo rouco enquanto se empalava. Eu assistia, mãos nos seios, coração martelando. Suor pingava, misturava-se ao cheiro de sexo cru. Ele a fodia devagar, depois feroz, quadris batendo como tambores. Pat gritava, unhas cravadas nas costas dele. Eu me juntei, beijei sua boca salgada, provei o suor dela na pele dele. Ele me puxou, língua invadindo, mãos apertando minha bunda. Pat gozou tremendo, corpo mole. Ele me virou de bruços, enfiou-se em mim sem piedade. Cada estocada queimava, preenchia. Ritmo selvagem, pele colando na pele. Eu gemia, pedia mais. Ele acelerava, bolas batendo, suor escorrendo pelas costas. Pat acordou, uniu-se, chupava meus mamilos enquanto ele me arrombava. Explosão. Gozei gritando, ele pulsava dentro, enchendo o preservativo. Selvagem. Sem filtros. Multiplicado.
A Febre
Corpos exaustos, colados no colchão úmido. Pele ainda ardendo, corações desacelerando aos poucos. Pat dormia, respiração pesada. Eu toquei seu pau, ainda semi-duro. Circuncisão. Não era Jacques. O clone. O irmão. Ri baixo, o segredo me excitava mais que o ato. Ele piscou, cúmplice no escuro. Levantei, pernas trêmulas, cinzas quentes sob a pele. No dia seguinte, mal de cabeça latejante, Pat perguntou se eu odiava. Abracei-a, sorri. ‘Como poderia?’ O clone limpava a festa lá fora. Mantivemos o jogo. No domingo, fodemos de novo, risos e gemidos. Segunda cedo, mais uma rodada, insaciáveis. Ele nos deixou na gare, beijos longos. De volta a Lyon, Jacques verdadeiro me esperava. Dois em um. Meu prazer total. Perigoso. Único. Eu os amo, meus irmãos-amantes. Gravo tudo, revivo nas noites sós. Cinzas que acendem febres eternas.



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