Confissão Picante: Minha Namorada Vietnamita Perdeu o Controle e Me Levou ao Éxtase no Meu Estúdio

Há três meses, no meu pequeno estúdio escuro, o primeiro jantar a sós com Lin, minha nova namorada vietnamita de 25 anos. Corpo souple, firme. Jantar às luzes de velas, champanhe a rolar. Sentados no chão, almofadas contra a parede, TV ligada em bobagem. Risos explosivos. Álcool no sangue. Ela tenta levantar. Cai de bunda. ‘Não aguento nas pernas’, ri ela, sotaque irresistível. ‘Estou completamente bêbada!’ Silêncio. ‘Preciso fazer xixi.’ Ofereço ajuda. Ela cora, recusa. Tenta de novo. Nada. ‘Meu Deus, urge tanto.’ ‘Deixa eu ajudar, senão fazes na cueca.’ Hesita. Aceita. Levanto-a, apoio-a até ao banheiro. Abro a porta, sento-a no trono sem abrir a tampa. Saio, fecho. Penso: não consegue sozinha. Chamo. Silêncio. ‘Lin?’ ‘Ajuda, abre a tampa, rápido!’ Entro. Ela ali, coxas apertadas, balança o rabo. Sanglota. Levanto-a, aperto contra mim. Corpo quente, trémulo. Ajoelho-me, cabeça na altura do sexo dela. Tento a tampa. ‘Não, não!’ Calor molhado no meu peito. Camisa colada. Olho: mancha enorme no calção branco dela. Transparente. Culote brasileiro branco à vista. Continua a mijar, cai no trono fechado. Lágrimas nas mãos. Mija sem parar. Poça no chão, eu ajoelhado nela. Fascinante. Excita-me loucamente. Ereção gigante. ‘Desculpa, desculpa.’ ‘Não chores, não é nada.’ Levanto-a. Cai nos meus braços. Beijo-a. Ela devora. Mãos febris no corpo dela. Treme-mos. Dentes batem. Línguas dançam. Arranco o calção. Gemido de prazer. Mãos nas nádegas firmes. Boca no culote molhado. Língua força o tecido. Mãos nos peitinhos sob a blusa, mamilos duros. Gemidos guiam-me. Sexo dói preso. Dedos torcem mamilos. Língua no clítoris inchado. Corpo dela tenciona. Unhas nas minhas costas. Grito rouco. Líquido quente destrói o culote. Cai no trono como trapo. ‘Vem, enche-me…’

Abro calças. Pau turgescente livre. Empurro culote de lado. Penetro fundo. Gemido pontua. ‘Sim, forte, fode-me…’ Agarro nádegas. Bomba sem piedade. Cabeça dela balança. Rugidos dela. Ao limite. ‘Para… quero mijar outra vez…’ Paro a custo. ‘Vai, no meu pau, agora…’ Retiro devagar. Jato quente no meu glande. Arrepios elétricos. Penetro no meio do jato. Grito de gozo. Martelo como louco. Instinto animal. Corpos suados batem. Pele claque. Sons guturais. Orgasmos em ondas. Grito final. Eterno.

A Febre

Corpos colapsam. Respiração pesada. Pele ainda arde. Suor frio. Olhos nos olhos. Sorrisos exaustos. Poça ao lado, cheiro forte. Limpo-a devagar. Toques ternos agora. Ela ri baixinho, envergonhada. Abraço apertado. Coração desacelera. Algo único vivido. Perigoso. Devorador. Pele marca a memória. Noite que mudou tudo. Calma quente. Cinzas fumegam ainda.

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