Confissão Picante: Despida e Dominada no Escritório do Director
O escritório cheira a couro e poder. Entro, saia justa colada às coxas, saltos altos clicando no chão. Ele me devora com os olhos. Coração acelera. Pele formiga. Sento na cadeira exposta, pernas cruzadas por instinto. Mas o olhar da secretária ainda queima na memória. Ele aponta a maleta. Abro. Culotte preta e cravache. Minhas mãos tremem. É a minha. Reconheço o toque da renda. Ele ri baixo. Pega a cravache. Brinca com ela. Pergunta se eu uso uma agora. Ruborizo. Sim, murmuro. Tira-a, ordena. Pernas fraquejam. Levanto, indignada. Louco! Mas fico ali, desafiando. Ele fala do enteado, punido com palmadas. Imagino-o nu, duro. Calor sobe. Cravache roça minhas pernas. Ecarte-as, manda. Obedeço. Olhos fechados. Tira a calcinha. Contorço-me na saia apertada. Ela desliza. Pernas nuas. Molhada já. Mostro-a. Ele critica: guêpière, meias, putaria disfarçada. Tento pegar. Chicote nas nádegas. Dor aguda. Grito. Cambrar-me. Trousse a saia. Rabo exposto. Mãos tapam o sexo. Ele afasta. Atrás, unidas. Ar frio lambe a pele. Cravache nos lábios. Molhada. Diz. Excitada como vadia. Tapinha nas coxas. Ecarte mais. Dedo invade. Fácil. Sucção. Outro no clitóris. Olhos abertos. Desejo nos meus olhos. Submissão. Tremia toda. Bainha contra a mão dele. Orgasmo perto. Respiração ofegante. Suor perola.
Ele para. Volta à mesa. Escreve. Eu ali, troussada, mãos presas, boceta ao ar, frustrada. Fogo no ventre. Olhar suplicante. Rajusta a saia. Pego o papel. Semana que vem, sem calcinha. Secretária verifica. Saio, pernas moles. Quero tocar-me. Calor persiste. Imagino o que virá. Dominado. Possuído pelo desejo.
A Febre
Porta fecha. Corredor vazio. Calcinha na mão. Ventre pulsa. Pernas roçam, lembram o toque. Cheiro de excitação no ar. Secretária sorri, sabe. Dirijo para casa. Mão na coxa. Quase toco. Paro. Guardo o fogo. Para terça. Ele me terá. Total. Devorador. Perigoso. Pele ainda queima. Coração lento agora. Mas o eco fica. Vivi o abismo. Único.



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