Confissão Picante: O Massage Anal Selvagem com a Russa Costuda

Cheguei ao apartamento dela num prédio cinzento da periferia. Coração batendo forte. Eu queria isso há meses. Um massage erótico. Deixar-me levar. Ser cuidado como um bebê grande. Sentir mãos em todo lado. Especialmente no meu buraco sensível. Meu cuzinho. Sonhava com um effeuillage lento. Dedos brincando. Penetrações leves. Nada de homem. Só prazer puro ali.

Liguei após ver o anúncio: ‘Massage anal para homens, finalização manual’. Voz eslava grossa. Russa ou polonesa. Marquei. Arrependi na hora que abri a porta. Ela era um tanque. Musculosa. Lutadora. Rosto simpático. Bunda imensa. Não falava muito. ‘Entendeu o serviço? Não tiro roupa. Não me toque.’ Paguei. Nu na maca. De bruços. Vulnerável. Meu pau mole como espaguete cozido. Ela senta nas minhas nádegas. Esmaga o resto da minha masculinidade. Começa pelo cabelo. Massagem profunda. Inesperado. Bom.

A Febre

Óleo no dorso. Mãos fortes no alto e baixo das costas. Pernas. Panturrilhas. Silêncio total. Ela mal fala francês. Eu paralisado. Medo. Ela é mais forte. Poderia me quebrar. Mas o toque é pro. Turco. Forte. Sem frescuras. Coração acelera. Calor sobe. Suor na testa. Mãos sobem pelas coxas. Param nas nádegas. Massageia fundo. Globos tremendo. Dedo roça o sulco. Promessa. Pau endurece. Concombre pequeno vira pauzão. Gemo. ‘Que delícia.’ Ela ignora. Continua.

Uma mão sob as nádegas. Pega meu pau. Enorme agora. Titila as bolas. Arranca o saco. Outra mão gira no ânus. Óleo escorrendo. Dedos malaxam. Penetram devagar. Eu mexo o cu. Encorajo. Ela me punheta. Longo. Lento. Descala o prepúcio. Glande exposto. Pulsando. Céu. Quase gozo.

O Braseiro

Ela manda ajoelhar. Obedeço. Totalmente dela. Ela abre minhas nádegas. Meu cu pisca. Abre. Fecha. Como boca faminta. Minutos assim. Loucura. Bolas massageadas. Esticadas. Pesadas. Óleo novo no pau. Duas mãos. Uma segue a outra. Vaivém eterno. Ereção dói de tão dura. Bate como coração. Quero durar. Ela manda soltar.

Mão esquerda punheta ritmada. Dedo direito fode meu cu. Atinge a próstata. Bola mágica. Toca leve. Explosão. Corpo treme. Calor devora. Pele queima. Ritmo cardíaco explode. Urgência total. Possessão bruta.

Flash nos rins. Orgasmo violento. Cérebro derrete em ondas. Gozo litros. Imploro: ‘Não para!’ Ela continua. Dedo na próstata. Punheta firme. Eu desabo. Aniquilado. Pele ainda quente. Suor frio. Respiração pesada. Um dos melhores da vida. Cinzas quentes. Corpo mole. Mente vazia. Único. Devorador. Perigoso.

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