Confissão Picante: O Italiano das Duchas no Camping Honolulu
Camping Honolulu, Le Boucau, fim de tarde quente de 1988. Eu, Sandrine, 21 anos, sentada no transat ao lado da tenda. Christophe surfa o dia todo, ignora-me. Passo after-sun nas pernas, pele ardendo. Olhar cruza com o italiano do camping-car vizinho. Quarenta anos, família por perto, mas olhos famintos em mim. Ele nota. Eu noto. Coração acelera. Desfaço o paréo. After-sun nos ombros, entre os seios fartos. Ele aprova com o polegar. Mulher dele magra, eu mostro curvas. Entro no jogo. Abro mais, unto coxas, virilha. Calor sobe. Ele pega toalha, vai às duchas. Eu sigo. Porta entreaberta. Entro. Ele tranca. Empurra-me contra azulejo frio. Desata paréo. Nua. Mãos no rosto, murmura italiano. Beijos no pescoço, ombros, seios. Baixo short dele. Quero agora. Ele entra devagar, mestre. Não como rapazes da idade. Controle. Urgência minha. Christophe pode voltar. Gozo moral: vingança. Saio serena. Christophe nota, fode-me na tenda. Bom, mas verde. Italiano melhor, pensa na parceira.
Noite passada, ele surfa de novo. Eu na praia sozinha. Duscho devagar, passo por ele. Aceno. Ele vem. Ducha do fundo. Gel de banho. Ele ensaboa seios devagar. Mamilos duros. Espero dedos no sexo. Ele demora. Coxas, costas. Vira-me. Barriga, tosa pubiana. Dedos mergulham. Quente, molhada. Alguém anda fora. Pressa. Dedos habilidosos. Haleto. Ele penetra por trás, mãos nos seios. Perigo excita. Gozo forte, ele enche-me. Silêncio cúmplice. Volto radiante. Christophe sorri.
A Febre
Último dia. Desmontamos tenda. Ele olha triste. Pega papel higiénico, sinal. Corro, pretextos a Christophe. Ducha habitual. Short curto, tempo curto. ‘Deixa-te levar…’, digo. Ajoelho. Boca nele. Raro com Christophe. Aplico-me. Língua, sucção. Ele cede rápido. Orgulho. Levanto. Toque terno. Saio sem olhar. Lágrimas contidas. Na carro com Christophe, boca ainda com gosto dele. Pele queima. Coração bate forte. Felicidade secreta. Aquela febre devorou-me. Braseiro selvagem nas duchas. Cinzas quentes: vivi intensidade única. Perdi controlo, ganhei prazer total. Suor seco na pele, urgência eterna na memória.



Post Comment