Confissão Picante: A Troca Selvagem na Véspera de São Valentim

No apartamento escuro da rue Sainte-Opportune, o champanhe crepita nas flûtes. Ar pesado. Olhos famintos. Julien chega com Chloé, mãos entrelaçadas, mas ele me devora. Coração acelera. Pele formiga. Dançamos blues lentos. Corpo de Olivier cola em mim, quente, rígido. Troca de pares. Julien me aperta. Mãos na minha cintura descem. Fogo sobe. Chloé observa, olhos semicerrados. Lingerie de presente. Eu arranco o corsage. Seios livres, mamilos duros. Julien engole seco. Pele exposta. Ele não pisca. Chloé segue. Seios fartos saltam. Culote cai. Fendas depiladas brilham. Rapazes despem. Olhares cravam. Bitas erguidas tensionam tecidos. Shortys apertam. Veias pulsantes. Ar rareia. Coração troveja no peito. Urgência queima. Posse iminente. Eu arrasto Julien pro quarto conjugal. Porta bate. Ele me joga na cama. Boca faminta nos meus seios. Chupões vorazes. Língua traça círculos. Dedos rasgam o string. Minha boceta inunda. Lateja. Quer ele agora. Ele treme. Preservativo rola. Bita grossa força entrada. Eu gemo. Paredes apertam. Ele soca fundo. Suor pinga. Corações galopam sincronizados. Ouço Chloé gritar na alcova ao lado. Olivier a fode bruto. Gemidos ecoam. Inveja e tesão explodem. Julien acelera. Coxas batem. Carne contra carne. Unhas cravam nas costas dele. Perco o controle. Ondas sobem. Ele goza primeiro. Jatos quentes enchem. Eu viro. Monto. Rebolo selvagem. Boceta engole tudo. Mamilos roçam peito dele. Beijos molhados. Segunda leva. Lento agora. Profundo. Eu gozo rasgando. Corpo convulsiona. Ele me segue. Esgotados. Mas fogo ainda crepita.

Domingo amanhece preguiçoso. Kimonos soltos. Nuisettes transparentes. Café na mesa. Olhares cúmplices. Olivier me penetra na sala. Chloé e Julien assistem. Boca dela aberta. Ele endurece. Trocamos de novo. Eu chupo Julien. Língua enrola glande. Salgado. Veias saltam. Ele geme. Chloé no Olivier. Gritos altos. Pele vermelha de marcas. Dedos na boceta dela. Molhada agora. Não frigida. Eu sabia. Almoço nuos. Mãos vagam. Tardinha, orgia recomeça. Quarto grande. Corpos entrelaçados. Eu na boca de Julien. Ele lambe clito. Dedos fundo. Olivier fode Chloé de quatro. Ela implora mais. Eu gozo na cara dele. Ele entra em mim de novo. Ritmo animal. Suor escorre. Corações martelam. Gozo múltiplo. Explosões. Noites viram dias. Promessas de repeteco. Eles partem. Ar ainda cheira a sexo.

A Febre

Pele ainda queima ao toque. Cama amarrotada guarda memórias. Coração desacelera devagar. Sinto vazio doce. Vício plantado. Julien me marcou. Chloé despertou. Olivier sorri satisfeito. Eu? Plena. Devorada. Perigoso prazer. Impulsos saciados, mas fome volta. Noite única. Cinzas quentes. Espera próxima chama.

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