Confissão Picante: Meu Ménage Devorador no Club de Paris

O club libertino em Paris latejava como um coração selvagem. Máscaras nos olhos, anonimato total. O ar cheirava a suor e sexo. Meu marido ao meu lado, mãos trêmulas na minha cintura. Vinho ainda no sangue, corpo nu sem calcinha por baixo da robe sexy. Dançamos colados. Ritmo acelera meu pulso. Olhares famintos ao redor. Um homem alto, bonito, aproxima-se. Pele morena, máscara de lobo. Dança comigo. Mãos dele descem devagar. Sinto o volume duro contra mim. Olho pro meu marido. Ele acena, olhos em brasa. Dedos dele sobem minha saia. Toque na minha humidade. Coração explode. Puxo ele pela mão. Vamos pro quarto com o grande cama redonda. Febre sobe. Tudo vermelho, urgente.

Corpo arde. Ele baixa as calças. Pau grosso, latejante. Olho meu marido. Ele me despe. Seios livres, arrepios. Pego aquela carne dura. Masturbo devagar. Língua no glande. Sabor salgado invade. Chupo forte, fundo da garganta. Marido lambe minha boceta encharcada. Língua quente, dedos dentro. Gemo alto. Troco bocas. Chupo os dois, alterno. Paus roçando. Volto pro estranho. Ele me guia. Deito de costas pra ele. Marido atrás, lambe meu cu. Língua molhada, invade. Besta total. Ele pega camisinha. Eu monto. Pau entra fundo, estica tudo. Grito de prazer. Marido beija meu pescoço, belpino clítoris. Ondas vêm. Viro de frente. Marido lambe enquanto ele fode. Visão divina: boceta dilatada, pau entrando. Ele guia pro cu. Devagar, entra. Dor vira fogo. Gemo rouco. Marido na boceta. Dupla penetração. Sentimos um ao outro pela parede fina. Dedo dele no meu cu também. Explodo em dentro. Ele goza nos peitos, jorra quente. Marido e ele me levam ao céu. Línguas nos seios e clítoris. Gozo tremendo, contraindo.

A Febre

Cinzas quentes na pele. Corpo suado, marcado. Limpo devagar. Vestimos. Olhares de gratidão nos seguem. Saímos pro ar frio da noite. Mãos dadas, beijo amante. Carro, 2h30. Chegamos casa. Corpo ainda cheira a sexo. Ele me abraça na cama. Pau desliza dentro, molhado de tudo. Amor lento, terno. Goza suave em mim. Durmo com ele dentro, sujos e saciados. Algo único queimou em nós. Próximas noites? Mistério ardente.

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