Confissão Picante: Devorada pelo Vizinho na Cave Escura
A cave cheirava a mofo e água parada. Escuridão total. Só o telemóvel dele iluminava fraco. O alarme de incêndio ainda ecoava distante. Meu corpo tremia. Não de frio. De fome. Ele me puxou para o canto da sua cela. Mãos quentes na minha cintura. Coração batendo como tambor. Pele arrepiada sob a saia encharcada. Olhos dele cravados nos meus. Fome pura. ‘Sally…’, sussurrou rouco. Dedos subindo pela coxa. Lentos. Elétricos. Meu sexo pulsava. Úmido. Ansioso. Inclinei-me na parede fria. Ele se ajoelhou. Boca no meu string. Língua roçando. Calor subindo. Peito arfando. Mãos nos cabelos dele. Puxando. ‘Lamba-me…’, ordenei ofegante. Ele obedeceu. Selvagem. Ritmo acelerando. Coração explodindo. Tudo vermelho. Desejo devorador. Perdi o fôlego. Gemidos ecoando. Urgência total.
Boca dele invadiu-me. Língua profunda. Chupando. Lambendo. Clitóris inchado. Explosão iminente. Mãos apertando as dele. Coxas tremendo. ‘Mais forte!’, gritei. Ele acelerou. Dedos entrando. Dois. Três. Encharcados. Corpo arqueando. Suor misturado à água. Pele em fogo. Ritmo cardíaco insano. Posse absoluta. Ele me possuía ali. No escuro. Sem misericórdia. Gemido rasgando a garganta. Orgasmo vindo. Violento. Ondas. Corpo convulsionando. Pernas fracas. Ele não parou. Lambeu tudo. Cada gota. Meu sumo. Meu prazer. Selvageria pura. Sem filtros. Cada toque multiplicado. Dor e êxtase. Uivando no vazio. Pico atingido. Corpo mole. Mas ele ergueu-se. Calças abrindo. Membro duro. Pulsante. ‘Agora eu…’, rosnou. Penetrou-me de uma vez. Fundo. Ritmo brutal. Paredes ecoando tapas de carne. Coração sincronizado. Posse mútua. Gozando de novo. Juntos. Explosão final.
A Febre
Silêncio caiu. Respiração pesada. Corpos colados. Suor frio agora. Pele ainda queimando. Ele me segurou. Ternura pós-fúria. Beijo lento. Língua mansa. Coração desacelerando. Mas marcado. Algo único vivido. Saímos da cave. Ar fresco da rua. Pernas bambas. Olhar cúmplice. ‘Isso foi…’, murmurei. Ele sorriu. ‘Total.’ Cinzas quentes. Prazer perigoso. Perdi o controlo. E adorei. Vizinho. Poeta. Demónio. Meu agora. Pelo menos esta noite. Coração ainda acelerado. Pele sensível. Memória eterna.



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