Confissão Ardente: O Dia em que Devorei a Cintura da Vizinha
Na cozinha dela. Cheiro de café velho e terra do jardim. Brigitte entra, olhos fixos nos meus. Sabe da carta. Aquela que escrevi, anónima, cheia de fome. ‘Foi você, senhor Charles.’ Voz baixa, sorriso torto. Coração martela. Pele arde. Ela some, volta vestida como sonhei: pull moulant negro, saia cinzenta até aos joelhos. Corpo pequeno, 1,55m, cintura fina, rabo que implora mãos. Lentes de institutriz, rosto duro. Mas boca carnuda. Aproximo-me por trás. Silêncio. Corpo colado ao dela. Mãos nos seios. Firmes, quentes. Malaxo devagar. Pulso acelera. Sexo preso entre nádegas. Froto. Imaginação explode. Levanto o pull. Soutien-gorge para fora. Mamas soltas. Dedos nos mamilos duros. Uma mão desce. Saia sobe. Coxas macias. Dedos no sexo. Slip húmido. Pressiono a fenda. Lento. Ela geme. ‘Sim, continue.’ Coração troveja. Urgência de possuir.
Mão dentro do slip. Carnudo, molhado. Um dedo entra. Dois. Três. Ela treme. Coxas apertam. Grita. ‘Mais fundo!’ Bombeio. Líquido escorre. Boca dela aberta. Pernas fraquejam. Segurou-a contra mim. ‘Vou gozar!’ Convulsões. Ahhhhh! Mão encharcada. Levo dedos à boca dela. Língua lambe. Voraz. Saliva misturada. Beijo. Línguas lutam. Saliva no queixo. Pele em fogo. Sexo lateja, dorido. Quero tudo. Agora.
A Febre
Sento-a na mesa. Pernas ao alto. Ecarquilhadas. Slip de lado. Sexo exposto. Rosa, inchado. Olho faminto. Ela ri. ‘Agora a sua vez.’ Bragueta aberta. Mão dela na minha verga. Dura como pedra. Branla devagar. Olhos nos olhos. ‘Mais forte.’ Cracha no glande. Desliza. Rápido. ‘Vem!’ Jorro. Farto, quente. Na palma dela. Ela lambe. Gole tudo. Dedos chupados. Filetes brancos na boca. ‘Primeira vez que engulo.’ Limpa-me a verga. Boca quente. Sucção suave. Pele ainda queima. Coração desacelera. Mas desejo persiste. Ela veste-se. ‘Volte para o Jérémie.’ Como se nada. Marido chega. Conversa banal. Saio. Pernas moles. Casa vazia. Masturbo-me de novo. Cinzas quentes. Fantasma realizado. Quer mais. Vontade de voltar. Perigoso. Devorador. Único.



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