Confissão Ardente na Cela Médica: O Fogo Proibido da Prisão

O consultório fede a javel e fezes. Portas batem como trovões. Eu entro, blouse branca colada ao suor. Trinta e quatro fichas me esperam. A primeira se despe, vulva raspada em triângulo. Eu resisto. Tensão alta. Ela agarra minha mão, pressiona na carne quente. Eu retiro. Raiva. Próxima. Sento-a no bureau. Maux de gorge. Eu controlo. Pele perfeita. Botticelli aos 20 anos. Trafico. Olhos me perfuram. Coração acelera. Batidas surdas no peito. Eu mando: desabafe-se. Tudo. Ela hesita. Culotte fica. Corpo de mannequin. Seios de albâtre. Delta negro na pele leite. Pernas finas. Ventre plano. Eu queimo. Besta ruge no ventre. Memórias de mãe nua. Gifle. Mas aqui, sou deus. Médico. Privilégio. Olhos dela no teto. Braços cruzam peitos. Coxas cerradas. Eu ordeno: abra. Ela obedece. Lento. Calor sobe. Respiração curta. Meu pau endurece sob a blouse. Pele arde. Urgência. Posse. Mãos tremem. Aproximo. Dedos roçam coxa. Ela estremece. Olhar cruza. Fogo vermelho. Tudo gira. Desejo devora razão. Coração galopa. Suor pinga. Quero foder. Agora. Aqui. Perigoso. Proibido. Besta vence. Eu avanço.

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