Confissão Picante: A Vingança Devoradora com o Vizinho Careca

Estava na sala, o ar quente da manhã colando na pele. Manhã inteira no computador, sites pornôs piscando na tela. Dedos entre as coxas, roçando o clitóris inchado. Coração batendo forte, respiração curta. Parei na beira do gozo, repeti três vezes. Excitação latejando, corpo suado. Nua sob a camisola fina, meias arrastão subindo as pernas. Soou a campainha. Olhei pela janela: o vizinho careca, o velho de sessenta. Insistia como louco. Enfiei o robe de cetim, abri a porta. Quase nua por baixo, tecido transparente roçando os mamilos duros.

Ele irrompeu, bufando. ‘Seu marido fode minha mulher!’ Mostrou a pulseira de ouro. A do meu marido. Raiva subiu, mas excitação ainda queimava mais. Ri na cozinha, servindo uísque. Ele tremia, olhos famintos. Entornei o robe de leve. Desci o decote, mostrei os seios fartos. Cintura se soltou, nuisette apareceu, meias pretas reluzindo. Ele babava. ‘Estava me masturbando em sites safados’, confessei, voz rouca. Olhar dele escureceu, pau endurecendo na calça.

A Febre

Coração galopando, pele em brasa. Inclinei-me, cheirei seu suor. Careca brilhando, mas viril. ‘Vamos dar o troco neles’, sussurrei. Ele se lançou, robe voou. Mãos grossas apertando meus seios, boca chupando pescoço. Frio na espinha, calor na boceta. Guiei sua cabeça entre as pernas. Língua grossa lambendo, sugando. ‘Que boceta molhada e gostosa’, grunhiu. Anos sem isso. Gemi alto, quadris se mexendo sozinhos.

Levantei, abri sua braguette. Pauzão grosso, peludo como urso. Cheiro forte, animal. Engoli inteiro, saliva escorrendo. Pompeei com fome, bolas batendo no queixo. Terceira traição em trinta anos. Lembrei o alemão no camping, grávida de seis meses, fodendo nas duchas. Agora, esse vizinho, duro como pedra. Abri as coxas no sofá. Ele entrou, esticando tudo. Olhos vidrados nos meus, empurrões violentos. Pele contra pele, suor pingando. Pinchou mamilos, doeu gostoso. Gritei.

O Braseiro

‘Vira, sua puta.’ Ajoelhei no sofá, cu empinado. Palmas nas nádegas, ardendo. ‘Que cu delicioso.’ Segurou quadris, meteu fundo. Flic-flac ecoando, sofá rangendo. Grunhidos dele, gemidos meus. Coração explodindo, boceta apertando. Gozei forte, tremendo. Ele continuou, martelando. ‘Que delícia de foder!’ Gozei de novo, pernas moles. Sacou, virou-me. Punhetou furioso, jorrou esperma quente no rosto, cabelos grudando. Grossos fios brancos, cheiro forte. Corpo pesado dele esmagando o meu.

Respiração ofegante, pele ainda fervendo. Limpei o rosto, sorri. Vincent, o nome dele. Acordo selado: ele cala sobre a loira puta, eu abro as pernas todo dia. Ele vem de manhã, quando ela sai. Navegamos pornô juntos, ele me faz coisas sujas. Meu marido? Entreguei a pulseira. ‘Achei debaixo da cama.’ Ele empalideceu, mas calou. Salário do pecado. Cinzas quentes no peito, mas fome já voltando. Amanhã, mais.

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