Confissão Picante: A Febre da Bela Magrebina na Quinta Isolada
Numa quinta velha num aldeola periurbana, o sol de tarde batia forte. Batia à porta como vendedor de alarmes e autodefesa. Abriu-se o paraíso. Ela, magrebina de vinte anos, magra, cabelo ondulado em cauda-de-cavalo, olhos castanhos atrás de óculos redondos. Lábios perfeitos. Roupa simples, ar sério. Meu pau saltou no calção. Maus recuerdos de outra árabe, mas foda-se. Entrei fácil, falei de sprays lacrimogéneos. O pai, velho vegetal, sentado na sala de jantar. Ignoramo-lo. Sentei à mesa redonda. Pernas roçaram devagar. Ela corou. Não recuou. Coração acelerado. Meu sexo endurecia, latejava. Mostrei o spray. Levantei-me atrás dela. Mão na dela, outra no braço. Cheiro dos cabelos. Calor do corpo dela através da roupa. Tremia. Minha mão na cintura. Ela pôs a dela por cima. Deslizei para o ventre. Quente. Colei-me mais. Ela sentia a bosse dura nas costas. Ia gozar ali. Provoquei demo fora, no quintal escondido por muros e arbustos. Colei de novo. Ela disparou. Corpo rígido. Meu pau quase explode. De volta, encostou-se à porta. Olhos nos olhos. Tremíamos. Avancei. Abracei. Beijei suave. Línguas dançavam. Mão nas nádegas. Outra na peito pequena, perfeita. Ela gemia baixo. Corpo ardia. Ajoelhei. Levantei saia. Mordi coxas. Culote húmido. Tirei-o. Toison discreta. Sexo aberto, molhado. Lambi lábios. Ela recuou, depois apertou minha cabeça. Devorei-a. Gemia forte. Levantei. Abri camisa. Beijei peitos. ‘Vem’, disse tremendo. Subimos à quarto austero. Deitei-a na cama. Pele morena, cabelo espalhado, peitos livres, tetas duras, saia subida, cona aberta. Despi-me. Pau duro como ferro. Preservativo na. ‘Sou virgem’, sussurrou corada. Prolonguei. Dedos no clitóris. Chupei tetas. Beijos. Ela perto do gozo. Lambi até cambrar e gritar.
Enfiei devagar. Delicadeza inédita. Gemeu. Eu também, contendo. Movimentos lentos. Carícias nas pernas. Beijos no corpo. Variei: só glandes nas lábios, depois fundo. Ela entregou-se. Gemia langorosa. Parei para não gozar. Sentei. Ela montou. Impalou-se. Ritmo dela. Rápido. Suor no dorso. Carícias em peitos, depois cona. Gemia alto. Acelerou. Gritou, remexendo. Gozei fundo, onda elétrica.
A Febre
Ficamos colados. Ela caiu de bruços. Eu ao lado. Olhou relógio. Mãe volta. Arrumamos cama. Dei contactos. Beijo terno. Saí. Revimos depois, mas isso é outra febre. Pele ainda queima na memória. Único. Devorador.



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