Confissão Picante: O Fogo Proibido na Cozinha com o Melhor Amigo do Meu Marido

A cozinha cheirava a café fresco. Manhã de outubro, luz dourada filtrando pelas cortinas. Eu usava só a camisola cor de pele, fina como um sussurro. Cabelos soltos caindo pelas costas. Charles na porta, olhos cinza-azulados devorando-me. Ele veio pelo dossier do Philip. Mas parou. Boca aberta. ‘Bonjour, Irina.’ Voz tremia. Entrei, guiei-o ao salão. Sentei-o. ‘Café?’ Ele não ouvia. Olhos no meu pescoço, descendo à fenda da camisola. Seios inchando sob o tecido. Rubor nas minhas bochechas. Sorri por dentro. Fazia meses sem toque. Philip distante, flácido, ausente. Charles, alto, magro, cabelo grisalho. Desejo subiu como febre. Servi whisky. Generoso. Ele bebia, olhos nas minhas nádegas ao bar. Calor entre pernas. Coração batendo forte. Pele formigando. Voltei com chá. Ele na porta da cozinha, espiando. ‘Desculpe.’ Lágrimas vieram. Solidão transbordou. Ele abraçou. Cheiro de homem. Mão na sua cintura. Peito contra peito. Cabeça no ombro dele. Dedos nos meus cabelos. Levantei o rosto. Olhos nos olhos. Três minutos. Labios entreabertos. Minha língua invadiu. Ele recuou. ‘Não posso. Philip é amigo.’ Mas mão direita na braguilha dele. Bolas pesadas na palma. Verga endurecendo. Cinto aberto. Botões saltam. Ajoelhei. Peguei o pau duro. Masturbei devagar. Olhos nos dele. Ele gemeu. Boca quente engoliu. Língua rodando glande. Sucção funda. Ele tremeu. Gozou na garganta. Engoli tudo. Salgado, quente. Levantei. ‘Agora me honra.’

Mesa da cozinha fria nas costas. Ele puxou camisola. Cabeça entre coxas. Língua nos lábios vaginais. Clitóris latejando. Lapou fenda. Suculento mel escorrendo. Menton enfiado. Gemi alto. Corpo convulsionou. Orgasmo rasgou. Estrelas nos olhos. Pernas tremiam. Ele ergueu. Pau colado à barriga. Puxou-me ao bordo. Enfiou num golpe. Fundo. Encheu-me. Coxas batendo. Ritmo feroz. Mãos nos seios, apertando mamilos. Arqueei. Coração trovejando. Suor misturando. Pele ardendo como brasa. Ele grunhia. Eu cravava unhas nas costas. Mais fundo. Mais rápido. Gozei gritando. Ele explodiu dentro. Jatos quentes inundando. Colados, ofegantes. Mundo parou. Só pulsos acelerados. Carne tremendo.

A Febre

Respiração acalmando. Pele ainda queimando. Ele saiu devagar. Sementes escorrendo coxas. Ajeitei camisola. Ele pensativo. ‘Foi errado.’ Abracei. ‘Segredo nosso. Preciso de ti.’ Lágrimas de novo. Ele consolou. Beijos no ouvido. ‘Vou embora. Dez e meia.’ Banheiro para lavar. Dossier na mão. Beijo molhado na porta. Ele sumiu no parque. Sorri. Coração leve. Sabia que voltaria. Fogo aceso. Perigoso. Devorador. Único. Pele marcada para sempre.

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