Confissão na Torre dos Fantasmas: O Desejo que Me Devorou
Subo as escadas em espiral da torre antiga. Pedras frias rangem sob os pés. Ar úmido de janeiro. De repente, um obstáculo. Um rabo perfeito, jeans apertado. Cabelos castanhos frisados, molhados. Ela luta com um cesto pesado de lenha. Três degraus por vez. Paro. Ofereço ajuda. ‘Posso ajudar, miss?’ Ela vira. Sorri grande. ‘No, no, Mister Little Jeff.’ Detesto o apelido. Pego o cesto mesmo assim. Pesado. Musculos tensionam. Entro no quarto rústico. Dalles de granito no chão. Janela com meneaux. Ela ajoelha na lareira. Tira o casaco. Pulôver grosso esconde curvas. Mas a silhueta é esguia. Arruma lenha: grossa, média, fina. Acende palha trançada. Chamas crepitam. Quente logo. ‘Room service. O que mais?’ Sorrio. Pensamentos safados. ‘Bonito nome, room service.’ Ela ri. ‘Brooke. Meu nome.’ Rustico. Perfeito. Oferece cordial. Auchentoshan. Whisky forte. Aceito. Ela também. Sem gelo. Brindamos. Fantasmas? ‘Tenho medo.’ Rimos. Ela olha meu pau. ‘Não tema pelo seu petit Jeff. Eu protejo.’ Coração acelera. Batidas fortes. Pele formiga. Partida de xadrez. Tira pulôver. Chemisier sobe. Barriga branca. Sentamos frente a frente. Ela começa. Dedos traçam 8 na mesa. Hipnótico. Braço albâtre. Quero tocar. Ela brinca com orelha. Garganta. Clavícula. Deixo de peito. Olhos fogem para decote. ‘Buscas inspiração aí?’ Coro. Jogo mal. Ela caça peça. Dedos no fou. Acaricia. Cima-baixo. Como masturbação. Língua umedece lábios. Carnudos. Tapinha no lábio com dedo. Como penetração. Não aguento. Mat. Raiva explode. Derrubo tabuleiro. Peças voam. Ela se abaixa. Rabo empinado. Mão no jeans dela. Aperto. ‘Stop!’ Solto. Vergonha. Mas ela sorri. ‘Por que forçar o que eu dou?’ Aproxima. Mão no peito. Empurra. Caio na cama. Ela monta. Domina. Botões abrem. Beijos no peito. Mordidas nos mamilos. Endureço. Viro. Arranco roupa. Peitinhos firmes. Jeans rasgado. Calcinha voa. Urgência. Coração martela. Pele quente gruda.
Corpos colidem. Ela de quatro. Entro fundo. Suspiro dela. Molhada. Apertada. Bombeio forte. Suor escorre. Gemidos ecoam na torre. Unhas nas costas. Rasgam. Dor excita. Viro. Pernas nos ombros. Profundo. Ela grita. ‘Mais!’ Olhos selvagens. Acelero. Ritmo animal. Pele bate pele. Calor explode. Gozo cedo. Dentro. Quente. Ela não para. Mão no meu pau. Revive. Boca chupa. Língua gira. Duro de novo. Monto. Cavalgada bruta. Seios balançam. Agarro. Mordo. Ela rebola. Quadris giram. Pressão insana. Segunda vez. Gozo forte. Ela treme. Orgasmo dela. Contrações. Uivos. Corpo mole. Suor empoça. Lareira crepita. Noite inteira. Posições mudam. Paredes tremem. Fantasmas assistem. Perco controle. Ela devora. Até exaustão. Dormimos grudados. Pele ainda arde.
A Febre
Acordo tarde. Sol de inverno filtra. Lado frio. Cama arrumada. Xadrez no lugar. Lenha cinzas. Banheiro rápido. Desço. Irmã: ‘Bom breakfast?’ ‘Delicioso sono.’ Pergunto por Brooke. ‘Quem?’ Olhos redondos. ‘Sem empregada. Vivo sozinha.’ Fantasma? Coração para. Pele gela. Mas lembro calor. Toque real. Marcas nas costas queimam. Marcas reais. Segredo da torre. Prazer perigoso. Único. Volto sempre.



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