Confissão Picante: A Febre Devoradora nas Montanhas de Avila

A noite caiu dura nas montanhas. Paramos num platô de ervas altas, o ar frio mordendo a pele nua. Alphya e Jilon ardiam em febre, corpos miúdos colados aos nossos peitos. Alys tremia, lágrimas nos olhos. Eu sentia o coração dela bater contra o meu. Rápido. Furioso. Os filhos gemiazinhas baixinho, mas o toque dela na minha coxa acendia outra chama. Calor subia do ventre. Pele suada apesar do frio. Olhos dela, selvagens, famintos. ‘Não aguento mais’, murmurou. Mãos dela no meu peito, unhas cravando. Meu pau endurecia, latejante, ignorando o perigo. Os filhos ali, doentes. Avila longe. Mas o desejo crescia, vermelho, irresistível. Beijos urgentes. Línguas se chocando. Corações trovejando. Suor misturado ao pó das rochas. Ela se deitou na palha, pernas abertas. Eu sobre ela, peso total. Febre nos filhos. Febre em nós. Tudo vermelho.

Corpos colidindo. Selvagem. Sem freios. Meu pau entra fundo, rasgando-a. Ela grita, unhas nas minhas costas. Ritmo brutal. Cada estocada multiplica o fogo. Pele escorregadia de suor. Coração explodindo no peito. Ela morde meu ombro, sangue quente. Eu agarro os seios cheios, leite pingando. Chupo voraz. Ela arqueia, gozando forte, corpo convulsionando. Não paro. Mais fundo. Mais rápido. O mundo some. Só carne. Só posse. Ela vira, rabo alto. Eu monto, como animal. Palmas ecoam na noite. Ela implora: ‘Mais! Me quebra!’ Pernas tremem. Meu suor goteja nela. Gozo explode, enchendo-a. Mas continuo. Rodamos na erva. Ela por cima, cavalgando feroz. Unhas no meu peito. Gritos ecoam nas montanhas. Perigo total. Filhos febris ao lado. Mas prazer devora tudo. Segunda onda. Terceira. Corpos exaustos, mas famintos. Cada sensação dez vezes mais viva. Suor, sêmen, terra. Selvageria pura.

A Febre

Calma desce lenta. Pele ainda queima. Corações desaceleram, batidas pesadas. Alys aninha no meu peito, pernas entrelaçadas. Filhos dormem, febre talvez baixando. Noite fria agora acaricia. Sinto o sêmen escorrer dela, misturado ao suor. Olhos dela brilham, saciados. ‘Foi perigoso’, sussurra. Sorrio. ‘Perfeito.’ Braços ao redor dela. O mundo lá fora espera – Avila, perigos, profecias. Mas aqui, neste ninho de ervas, vivemos algo único. Pleasures totais. Devoradores. Perigosos. Pele marca minha. Marcas minhas nela. Cinzas quentes. Promessa de mais.

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