Confissão Picante: O Striptease Devorador da Minha Melhor Amiga no Meu Aniversário

Estava largado no sofá da minha sala escura, novembro gelado lá fora. Copo de Jack-Coca na mão esquerda, baseado na direita. Meu quadragésimo aniversário, sozinho. Fumaça sobe, whisky queima a garganta. Penso na camgirl de sempre, na punheta solitária. Três anos sem foder. Corpo banal, 1,90m, barriga, cabelo grisalho, barba poivre et sel. Olhos verde-acinzentados, rosto gentil demais. Nenhuma confiança pra conquistar.

Campainha toca. Sobressalto. ‘Quem caralhos?’, resmungo. Voz dela: ‘Anda, Koubi, tá um frio do cão!’. Ju, minha melhor amiga. Pensava que tava de saída. Abro a porta. ‘Surpresa!’. Ela pula no meu pescoço, beijos quentes. Mini-saia xadrez branca e cinza, saltos pretos, top de renda preta deixando ver sutiã vermelho. Fogo nos olhos.

A Febre

Sentamos no sofá, pernas semi-cruzadas. Ofereço whisky. Rimos com piada dos Nulos. Meu olhar desce. Sombra entre as coxas dela. Ela mexe, nervosa. Quero ver a calcinha. Coração acelera. Pele formiga. ‘O que tentas ver aí, Koubi?’. ‘Sou fraco, Ju. Faz tempo. Irresistível assim.’. Ela ri. ‘Vai pra cadeira!’. Obedeço, rindo.

Ela mexe no PC, pega meu telemóvel, câmera ligada. ‘Hey Sexy Lady’ explode. Ela avança, quadris ondulando. Bassin balança. Levanta a saia, quase mostra. Desce. Tira o top. Sutiã vermelho brilha. Corpo de gata no cio. Meu pau endurece no jeans. Ela nota, ri maliciosa. Enjamba-me de costas, pernas abertas. Raba firme esfrega meu volume. Coração martela. Calor sobe. Febre devora.

Levanta devagar. Saia cai. String vermelho divide globos brancos. Ajoelha em quatro, twerka. Culão perfeito oferecido. Mãos voam pras ancas dela. ‘Não tocas! Só olha!’. Nua em lingerie, dança. Vira, solta sutiã, esconde peitos. Levanta braços. Mísseis rosados, duros. Seios balançam. Última nota: string desce. Buceta depilada, molhada. Gira o pano úmido, joga na minha cara. Cheiro divino. Inspiro fundo. Desejo explode.

Ela corta a câmera. ‘O que vem agora não filma.’. Aproxima-se. ‘Não tocas ainda.’. Agacha, joelhos abertos. Cona rosada brilha. Coração na garganta. Urgência de possuir.

O Braseiro

Braguette rasgada. String vermelho meu exposto, caralho latejante, cabeça de fora. Ela ri. Agarha a rola dura. Masturba devagar, olhos nos meus. Prazer rasga. Coloca entre os peitos. Branquinha espanhola. Língua lambe o topo. Lento, tortura. Sucção suave. Mão nas bolas. Centímetro a centímetro. ‘Meu Deus!’. Bordas do gozo.

Acelera. Boca engole. Jatos quentes na garganta dela. Corpo convulsiona. Ela suga tudo, não solta. Levanta, mostra porra na boca. Engole. Beijo selvagem, línguas dançam com gosto salgado.

Ela veste. ‘Gostaste do presente?’. ‘Fica mais, Ju. Quero retribuir.’. ‘Só o começo. Vou-te ensinar a seduzir.’. Abraço forte. ‘Obrigado. Melhor de sempre.’. Ri do meu string. Beijo na porta, paixão nova. Ela parte de carro. Eu, eufórico, na caverna quente.

Pele ainda arde. Coração desacelera devagar. Cinzas quentes. Algo único vivido. Promessa de mais.

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