Confissão Picante: Possuídos pelo Desejo Eterno no Quarto do Cairo
O táxi range pelas ruas do Cairo. Heliópolis devora-nos. Cada solavanco aperta as coxas de Chantal contra as minhas. Coração galopa. Suor cola as roupas. O ar cheira a poeira e desejo. Chegamos ao Méridien. Portas batem. Elevador sobe lento. Olhos famintos. Quarto escuro nos engole. Chantal tranca-se na casa de banho. Água corre. Meu pau pulsa impaciente. Bato à porta. ‘Entra.’ Espetáculo nu. Corpo raspado. Cabeça lisa brilha. Pubis nu revela fenda firme. Pele branca, macia. Mãos tremem ao tocar. Ela me puxa pro banho. Sabão desliza. Dedos nos meus mamilos. Eu gemo. Ela corta meus cabelos. Lâmina raspa crânio. Pubis limpo. Bolas nuas. Corpo antigo renasce. Espelho reflete deuses. Meu sexo ereto. Coração explode. Urgência queima. Pele em brasa. Respiração ofegante. Ela ajoelha. Dedos apertam minhas bolas. Língua lambe de baixo pra cima. Cu exposto. Gemo alto. Boca engole pau inteiro. Garganta profunda. Ronrona. Prazer dobra. Rahotep acorda. Nofret sussurra. Desejo duplo. Corpo vibra. Febre consome.
Corpo dela arqueia. Quatro seios pesam nas minhas mãos. Um par maduro, farto. Outro firme, jovem. Texturas diferentes. Mamilos duros mordidos. Ela geme duas vozes. Pau mergulha na boceta. Duas bocetas apertam. Uma úmida, experiente. Outra fresca, voraz. Ritmo acelera. Corações batem juntos. Suor pinga. Coxas tremem. Ela guia meus dedos pro cu. Um apertado, virgem. Outro solto, convidativo. Dedos entram. Três agora. Saliva lubrifica. Glande pressiona anel. Entra devagar. Dois cus milkam pau. Contrações ritmadas. Uma resiste, outra cede. Gemidos ecoam. Noite cai. Muezzin canta. Pau explode dentro. Gozo duplo. Ela treme. Orgasmos múltiplos. Selvageria pura. Sem freios. Carne rasga limites. Impulsos devoram razão. Braço de fogo consome tudo.
A Febre
Corpos colapsam. Pele ainda ferve. Respiração ofegante acalma. Luzes da cidade piscam. Chantal inclina-se. Mão lenta no pau mole. Voz antiga: ‘Força e Vida, Senhor Rahotep.’ Palavras em egípcio fluem. Amor eterno. Rahotep responde. Bênçãos. Depois, francês cru: ‘Charles, quero mais. A três, quatro.’ Rimos forte. Chauves, nus, transformados. Cinzas quentes sob pele. Coração desacelera. Mas desejo lateja fundo. Nofret e Rahotep guardiões. Prazer perigoso vive. Único. Eterno.



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