Confissão Picante: Autostop para o Triolismo Selvagem
Estou encolhida no sofá da suite, olhos cravados em Patrick. Coração martela. Relembro o dia. Calor de agosto. Paris para trás. Polegar erguido na estrada. Dyane para. Annette sorri. Jérôme ao volante. Subo atrás. Sacolejo da guimbarde. Conversa solta. Riso. Mãos dela na nuca dele. Olhares no retrovisor. Adormeço. Acordo com sussurros. Mão dele na coxa dela. Culotte branca. Dedos guiados. ‘Ela dorme.’ Espio. Coração explode. Desejo sobe. Quente. Vermelho. Cheiro de trigo. Paramos no bosque. Piquenique. Rosé desce. Gargalhadas. Jérôme se despe. Pênis balança. Rasado. Enorme. Aplausos. Risos. Eu rubra. Annette tira vestido. Soutien. Culotte. Eu sigo. Peitos livres. Sol queima pele. Olhares devoram. Coração galopa. Mãos dele nos seios dela. Meus bicos endurecem. Rio lá embaixo chama. Nuas. Ela urina. Jato dourado. Eu entro na água. Fria. Jérôme nu. Pênis semi-duro. Brinca. Beijos vorazes. Eu nado longe. Eles saem. Ela masturba ele. Eu vejo. Fascinada. Desejo queima ventre.
Annette pega minha mão. Coloca no pau dele. Quente. Grosso. Palpita. Eu aperto. Subo. Desço. Ela chupa. Língua gira. Saliva brilha. Eu continuo. Ela monta. Desce devagar. Engole tudo. Olhos nos meus. ‘Vem.’ Eu resisto. Cedo. Cavalgada dupla. Boca dele na minha buceta. Língua fende pelos. Clitóris pulsa. Eu grito. Ela goza. Espasmos. Suor pinga. Agora eu. Ela me vira. Guia pau. Entra fácil. Enche. Dói pouco. Bate no fundo. Ela atrás. Mamas nos seins. Dedos nos bicos. ‘Gosta da bite?’ Eu gemo. Ele fode. Forte. Molhado. Ela lambe cu. Dedo entra. Convulsões. ‘Sem pílula!’ Ele sai. Jorra nas nádegas. Quente. Espesso. Eu tremo. Gozo rasga.
A Febre
Corpos colados. Respiração ofega. Suor seca. Ela ri. ‘Bom, hein?’ Água nos lava. Brincamos. Risos. Noite na cama deles. Dedos, línguas, paus. Exaustos. Amanhece. Jérôme me deixa na estrada. Pele ainda queima. Memória eterna. Patrick sorri. Dedos no teclado param. Eu me abro. Desejo renasce.



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