Confissão Picante: A Naíade da Praia na Suite de Lingerie
Entro na suite. Coração martela. Ela ali, robe vermelha colada à pele. A mesma da praia. String fio dental marcando o bumbum perfeito. Olhos azuis devoram os meus. Sento no fauteuil. Perrier gelado na mão. Suor escorre pela nuca. Falo de negócios. Palavras saem tortas. Vejo os seios firmes sob o tule. 95D, certeza. Mãos coçam para tocar. Ela ri. Perto demais. Pernas cruzadas, fenda da saia sobe. Bas auto-fixantes. Pele haléada brilha. Respiração acelera. Quero rasgar tudo. Corpo queima. Tudo fica vermelho. Inclinamo-nos. Beijo rouba o ar. Línguas lutam. Mãos nas coxas dela. Calor úmido sob os dedos. Ela geme baixo. Eu perco o controlo.
Robe cai. Lingerie cerise exposta. Soutien-gorge bordado mal cobre os mamilos duros. Desabotoo devagar. Seios saltam livres. Chupo um. Ela arqueia. Unhas cravam minhas costas. String de lado. Dedos invadem. Molhada, latejante. Ela puxa meu cinto. Pau duro salta. Boca dela engole. Sucção voraz. Gemo rouco. Levanto-a. Contra a parede. Pernas enroscam minha cintura. Enterro fundo. Ritmo brutal. Pancadas ecoam. Suor pinga. Pele gruda na pele. Ela grita. “Mais forte!” Acelero. Quadrris batem. Orgasmo dela explode. Contrações apertam. Eu gozo dentro. Jatos quentes. Colapso no chão. Respiração ofegante. Cores explodem.
A Febre
Corpos entrelaçados. Pele ainda ferve. Lábios roçam pescoço suado. Ela sorri saciada. Levanto. Ajudo-a. Lingerie no chão. Vamos ao dressing. Experimentamos tudo. Balconetes, tangas, bodys. Toquei cada recanto. Ela posa. Eu devoro. Hora do jantar. Vestimo-nos. Robe vermelho volta. Meu pau meia-bomba. Olhar promete mais. Saímos. Ar fresco da praia. Pernas tremem. Coração lento agora. Mas fogo interno crepita. Ela é vício. Não largo mais. Descobri a coleção toda. Em carne viva.



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