Confissão Picante: O Rendez-vous Devorador no Hotel Escuro
O quarto do hotel é escuro, luz fraca da rua filtra pelas cortinas. Coração martela no peito. SMS matinal: endereço e hora. Nada mais. Eu sei que preparaste algo. Última vez, frustração. Quase não venho, vingança doce. Mas aqui estou. Porteiro de olhos azuis aço entrega chave. ‘Você é esperada, senhorita.’ Frisson na espinha. Ele sabe?
Entra no quarto vazio. Enveloppe no lençol: ‘Mon amour, posiciona-te desejável, bandeau nos olhos. Imagina. Manda mensagem.’ Despojo-me. Chuveiro quente, pele limpa. Só o string preto, o teu vício. Deito de bruços, almofada sob ventre, anca erguida, perna dobrada. Perfeita oferta. Mensagem: ‘Vem, sou toda tua.’ Bandeau. Escuridão. Corpo lascivo espera.
A Febre
Chave na fechadura. Porta abre. Passos. Tu. Mão no ombro, tremo. Dedos nos cabelos, boca na minha. Beijo fundo, fome. Mão na tua, eternidade sensual. Massagem nos ombros. Cavalgas-me, calças roçam nádegas nuas. Gemidos escapam. Ondulas, tecido provoca. Desces às costelas, seios. Apoio-me, mamilos endurecem sob beliscões. Caio, ancas sobem. Divino.
Mãos na coluna, lombo, borda das nádegas. Cambrar-me, convidar. Resistência tua. Paciência. Deslizas pernas abaixo. Contemplo-te? Mão minha sob mim, toco-me. ‘Não rápido.’ Retiras braço, corda de algodão. Luto, brincamos. Senta nas nádegas, imobilizas. Punhos presos. Essuflo. ‘Eu decido teu prazer.’
A febre sobe. Coração galopa. Pele arde.
Joelhos entre coxas. Contraste: eu nua, tu vestido. Obsceno. Mãos sobem pernas, interior coxas, roçar entrepernas. String ainda lá. Rostos nos cabelos, cheiro teu. Beijo. Sexo teu duro contra mim. Boca na coluna, dentes no string. Desliza, nuas. ‘Joelhos, pernas abertas, calcanhares.’ Obedeço. Camisa roça costas, frisson. Mãos ancas, ventre. Gemo perto do pubis. Seios duros. Mãos minhas buscam-te sexo. Acaricio.
O Braseiro
Dedos no clitóris. Penetras. Molhada. Dedo na boca, lambo. Volta, ativa. Outra mão sob nádegas, ânus. ‘Goza, putinha. Grita meu nome.’ Libero. Grito, corpo explode. Anus pulsa. Caçoar agora, tortilho.
‘Quero mais. Sabes o quê.’ Sim.
O brasier incendeia. Selvagem. Urgência.
Desabotoas calças. Sexo livre, duro. Posicionas-me à quatro, punhos presos. Entras devagar, encho-me. Gemido rouco. Ritmo acelera. Suor pinga. Colisões peles, claps úmidos. Mão no cabelo, puxas. Arqueio. Dedo no ânus, dobro prazer. ‘Minha.’ Possuo-te de volta, ancas batem. Coração troveja. Calor visceral. Perco controlo. Gozo primeiro, contrações devoram-te. Segues, enches-me quente. Colapso.
Cinzas quentes. Pele fumega. Respiração ofegante. Desatas punhos. Abraço. Beijos suaves. Corpo teu contra o meu, suor partilhado. Único. Vivemos o absoluto. Perigoso. Total.



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