Confissão Picante: A Faxineira em Lingerie que Me Fez Perder o Controlo

Entro no apartamento. O ar quente de agosto sufoca. Ouço a rádio aos berros. Abro a porta sem avisar. Lá está ela, Nadia, no salão. Passa a ferro em cuecas. Shorty fuschia de seda. Soutien-gorge a rebentar com aqueles peitos imensos. 95C, no mínimo. Fico paralisado. Coração aos pulos. Pele dela brilha de suor. Cu perfeito, redondo, moldado na renda. Viro besta. Ela salta, grita, agarra as roupas. ‘Desculpa, André, a canícula… suor… ferro quente…’ Rosto corado. Olhos verdes petiscam-me. Eu engulo seco. Aquela imagem queima-me o cérebro.

Semana seguinte. Canícula piora. Volto cedo. Porta range. Ela sorri. Dentelle preta. Peitos a tremer a cada passada no ferro. Fico sentado. Olhos famintos. Ela sabe. Balança o rabo. Seios saltam. Ereção dói no calção. Termina. Veste-se. Recuso-me a um copo. Ela foge. Fantasmos toda a semana. Lingerie masculina some. Meu boxer résille. String preto. Ela rouba? Passa em mim?

A Febre

Próximo lunes. Chego cedo. Roupa normal. Frustro-me. Falo dos desaparecidos. Ela nega. String escuro transparece no calção. Provocação. Raiva ferve. Semana de dúvidas. Ela joga? Acende-me para quê?

Chego com saco da O. Lingerie azul pastel. Flores. Slip transparente atrás. ‘Jogo da verdade. Três perguntas.’ Ela aceita. Senta ao pé. Perto. Calor sobe. ‘Roubaram meu string?’ ‘Usas o résille hoje?’ ‘Sim.’ ‘Sim.’ ‘Não foi canícula?’ ‘Surpresa boa?’ ‘Sim, brutal.’ ‘Não, planeado.’ ‘Gostas de olhares em lingerie?’ ‘Apanhado no teu?’ ‘Sim.’ ‘Adoro.’

Dou-lhe o pacote. Beijo na cara. Abre. Encantada. Vai à casa de banho. Sai vestida. Rio amarelo. ‘Guardei. Perfeito na minha medida. Sabes as minhas formas.’ ‘Quero ver.’ ‘Meu jogo. Uma pergunta.’ ‘Masturbaste-te por mim?’ ‘E tu?’ ‘Sim, intenso. Teu imageem em lingerie.’ ‘Sim, com teu boxer no sexo. Orgasmo rápido.’ Olhos chamejam. ‘Abre meu blusa.’

Coração explode. Botões saltam lentos. Peito arfa. Soutien-gorge novo. Azul suave. Toquei. ‘Magníficos. Posso?’ ‘Sim. Meus seios… ponto fraco.’ Beijos devoram. Línguas guerreiam. Mamas endurecem. Dedos atrás. Solto agrafe. Roço tetinas pela renda. Ela geme. ‘A cueca?’ Levanta. Pantalão cai. Cu em transparência. ‘Gostas?’ ‘Vem cá.’ Mãos devoram nádegas. Macias. Quentes.

O Braseiro

Ela arranca-me a polo. Lambe mama. Ajoelha. Sapatos fora. Cinto. ‘Sonho teu, assim.’ ‘Meu também. Bossa no résille… deliciosa.’ Mão na virilha. Cresço. Loucura. Sento-a. Mancha húmida na cueca. Chupo tetina. Dura. Ela invade meu boxer. Punheta lenta. Mão na dela. Pressiono sexo. Ela ondula. Geme.

Saco pau. Ela punheta firme. Dedos na cueca dela. Depilada. Molhada. Fricciona. Penetro dois dedos. Boca no peito. Ela grita. Orgasmo sacode. Vagina aperta. Cai em mim. Beijo pós-gozo. ‘Tua vez.’ Ajoelha. Lambe glande. Engole fundo. Olhos nos meus. ‘Avisas.’ ‘Quase.’ Levanta. Punheta. Cueca no sexo. Gozo jorros. Encharca renda. Ela ri. ‘Mais.’

Descanso. Mãos titilam. ‘Ideia lingerie veio do catálogo. Sabia da tua paixão.’ Pau endurece. ‘Não te safas.’ ‘Melhor: tirar cueca.’ Desço devagar. Cheiro sexo e porra. ‘Melhor vem agora…’

Corpos colam. Suor seca lento. Pele arde ainda. Olhos prometem mais. Coração acalma. Mas fogo late. Único. Devorador.

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