Confissão Picante: A Boca no Esqueleto nas Profundezas do Navio

O corredor do navio cheirava a óleo e desinfetante. Luzes fracas piscavam. Esperei pelo esqueleto humano, coração já batendo forte. Ele surgiu, magro, ossos tatuados na pele pálida, caveira no rosto me encarando com olhos pretos. ‘Vem, ma belle’, disse, voz rouca. Pegou minha mão, levou pra uma saleta escura perto das cales. Porta rangeu. Escuridão nos engoliu. Meu pulso acelerava. Curiosidade queimava. Ele era jovem, piercings brilhando, sangue seco no braço. Tirei o casaco, ar gelado arrepiou a pele. Ele baixou o slip preto. Pau semi-duro, tatuado com veias de caveira, crânio na base. Meu ventre apertou. Desejo subiu como febre. Ajoelhei no chão frio, linóleo sujo roçando joelhos. Mãos trêmulas tocaram. Pesado, quente. Língua roçou a glande, gosto salgado. Ele gemeu baixo. Meu coração trovejava. Calor subia do peito pro rosto. Olhei pra cima, caveira me fitando. Excitação devorava. Boca aberta, engoli devagar. Ele cresceu na minha boca, pulsando. Sucção urgente. Língua rodando veias tatuadas. Suor escorria na minha nuca. Ele agarrou meus cabelos ruivos, puxou leve. Ritmo cardíaco enlouquecia. Molhada entre as pernas, cueca grudada. Perdendo controle. Mais fundo, garganta apertando. Narinas dilatadas, saliva escorrendo queixo. Ele ofegava, ossos tatuados tremendo.

Corpo dele se arqueou. Pau inchado, veias saltando. Bombeava com fúria, cabeça batendo no céu da boca. Garras nos ombros, unhas cravando. Dor misturada ao prazer. Meu clitóris latejava, ignorado. Sucção voraz, bolas nas minhas mãos, apertando. Ele grunhia, francês misturado: ‘Wais, suce mais forte’. Engoli tudo, nariz no osso púbico tatuado. Garganta convulsionando. Saliva pingando no chão. Pele em fogo, suor colando o suéter. Ele empurrou quadris, fodendo minha boca. Lágrimas escorrendo, prazer no caos. Bolas contra queixo, ritmado selvagem. Meu coração explodia. Dedos dele nos meus seios, apertando por cima da roupa. Mamas doendo de tesão. Ele acelerou, pau inchando mais. Gozo veio em jatos quentes, salgado, enchendo a boca. Engoli rápido, garganta queimando. Ele tremeu, caveira distorcida em êxtase. Puxei pra fora, último jato no lábio. Lambi limpo, ofegante. Corpo mole, joelhos doendo, mas viva, possuída.

A Febre

Ele se recompôs, zíper subindo. Eu me levantei, boca inchada, gosto persistente. Pele ainda ardia, coração desacelerando devagar. Ele sorriu sob a caveira: ‘Agora, as cales’. Limpou o pau com um pano, meticuloso. Saímos da saleta, ar gelado acalmando o fogo. Pernas fracas, mas satisfeita. Toquei os lábios, sentindo o inchaço. Perigo e prazer misturados. Ele guiou por escadas rangentes, pro sarcófago de cobre. No escuro das cales, lâmpada na mão iluminou sombras. Momia lá, objetos brilhando. Filmei rápido, adrenalina residual pulsando. Ele me olhava, olhos famintos de novo. Mas hora de ir. Subimos, pele fria agora, cinzas do incêndio. Corpo marcado por dentro, segredo meu. Paul dormia lá em cima, inocente. Eu? Renovada, impulsos saciados. Único, devorador. Prometi mais gym amanhã, mas isso… isso foi terapia pura.

Post Comment

You May Have Missed