Confissão Picante: O Fogo Proibido com Minha Prima Céline
Era fim de tarde em julho. Casa dos meus pais vazia. Céline chega de carro. Débardeur negro justo, peito saltando. Calça branca fina, string marcando. Olhos azuis insolentes me devoram. Jantamos. Pais dormem. Ela entra no meu quarto de nuisette curta. Seios livres balançam. Senta na cama. Pernas abertas. Vejo o string. Inclina-se. Peitos roçam meu peito. Meu pau endurece no boxer. Ela sorri maliciosa, vai embora. Me masturbo furioso. Gozo jatos quentes. No dia seguinte, cozinha. Ela só de lingerie. Soutien-gorge rendado, string transparente. Buceta depilada à mostra. Fala da piscina. Veste maiô por baixo. Saímos. Piscina deserta. Ela tira top na água. Seios nus dançam. Provoca, roça em mim. Quase tiro o slip. Gente chega. Frustração. Creme nas costas dela. Dedos nas coxas. Toco a umidade no string. Ela goza gemendo baixo. Volta pra casa. Sofá. Escolhe filme. Eu tiro camisa. Ela reclama calor. Tira débardeur. Seios perfeitos livres. Mão na coxa dela. String molhado. Buceta exposta. Desnuda-a toda.
Céline pega meu pau. Abre braguette. Masturba devagar. Língua no gland. Chupa fundo. Ritmo louco. Gozo no ventre dela. Ela lambe. Eu chupo seios. Desço à buceta. Língua nas lábios. Dedos dentro. Ela goza tremendo. Pau duro de novo. Ela mama mais. Deito-a no sofá. Enfio tudo. Vai e vem selvagem. Pelos suados colam. Corações batem rasgados. Ela contrai. Gozamos juntos. Jatos quentes dentro. Beijos famintos.
A Febre
Corpos moles no sofá. Pele ainda arde. Limpamos o caos. Rimos baixinho. Pais chegam. Contamos mentiras. Semana inteira assim. Noites de fogo. Piscina, quarto, cozinha. Perdi o controle. Ela também. Partiu, mas o cheiro dela ficou. Aquela urgência. Aquela posse bruta. Nunca esqueço.



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