Confissão Picante: A Câmera que Acendeu Nosso Fogo Selvagem

No sofá do meu apartamento, último andar sem vizinhos curiosos. Luz do sábado invade pela janela aberta. Acordo com o clique da câmera. S. me fotografa dormindo. Rio, protesto. Ela ri, beija-me. Lábios macios se abrem. Língua encontra a minha. Coração acelera. Mão dela desce, acaricia meu pau por cima do jeans. ‘Quero te agradecer pelo presente’, sussurra. Olhos azuis queimam. Pele arde. Ela desliza, ajoelha-se. Desabotoa, puxa jeans e cueca. Pau semi-duro exposto. Pega a câmera. Clique. ‘Que fazes?’, pergunto. ‘Arte’, responde maliciosa. Mão esquerda envolve meu pau. Branlette lenta. Câmera clica sem parar. Endureço rápido. Coração martela. Ela sorri, orgulhosa. Lábios roçam glande. Chupa. Língua gira nos testículos. Engole quase todo. Sucção voraz. Roubo a câmera. Fotografo sua boca no meu pau. ‘Arte!’, digo. Ela ri na minha carne. Continua chupando. Olhos travessos. Excitação explode. Pele suada cola. Urgência cresce.

Ela se levanta. Tira roupa devagar. Eu clico. Peitos 90C perfeitos. Mamilos duros. Ventre macio, ancas convidativas. Buceta raspada, lisa. Meu sonho. ‘Poses’, ordeno. Ela obedece. Segura peitos, chupa dedos. Cambrada. Deita no sofá. Pernas abertas. Dedos abrem lábios. Masturba-se. Clitóris inchado. Clico macro. Suculento. Ela geme baixo. Recupera câmera. Pega meu pau. Branlette forte. Esfrega peitos na minha rola. Clico tudo. Ajoelho. Buceta molhada. Língua invade. Lapo lábios. Chupo clitóris. Dedos penetram. Ela clica acima. Gemidos ecoam. Suco escorre. Gosto divino. Pau pulsa. Levanto. Rola na entrada dela. Penetro lento. Quente. Molhada. Acelero. ‘Sim, fode-me!’, grita. Câmera registra. Muda posição. Ela de quatro no tapete. Levrette feroz. Passo câmera. Fotografo sua bunda rebolando. ‘Quero ver-te assim’, diz.

A Febre

Eu deito. Ela monta. Desce devagar. Cada centímetro aperta. Lamo peitos balançantes. Ela clica. Ritmo louco. ‘Vou gozar!’, aviso. ‘Na boca, fotografa!’, manda. Saio. Masturbo frente ao rosto dela. Ela lambe glande. Câmera no meu pau. Gozo jorra. Jatos na boca aberta. Ela engole. Limpa com língua. Clico tudo. Corpo exausto no sofá. Olho fotos. Meu pau na boca dela. Buceta aberta. Rosto em êxtase. Excitação volta. Ela nota. Deita sobre mim nua. Mão no pau mole. Branlette. Chupa de novo. Olhos famintos. ‘Agora, vídeo?’, pergunta. Coração salta. Pele ainda queima. Cinzas quentes prometem nova chama.

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