Eclipse de Paixão: Confissão Selvagem na Savana Tanzaniana
Savana tanzaniana. Calor sufocante. Eu e Esden, coladas ao baobab. Terra seca sob os corpos. Shorts bege curtos. T-shirts brancos encharcados. Sem sutiã. Só culotes finos de algodão, absorvendo o suor que escorre. Bandanas úmidas na testa. Olhos semicerrados contra o sol impiedoso. Coração dela bate contra minhas costas. Mãos dela traçam minha bochecha. Dedos quentes roçam meus lábios. Respiração dela queima meu pescoço. Animais distantes rugem. Ervas altas sussurram. Eclipse vem. Ponto negro morde o disco de fogo. Lunetas especiais nos olhos. Ela me aperta mais. Corações galopam. Sombra devora a luz. Savana silencia. Faune para. Suor esfria na pele. Só respirações ofegantes. Olhos verdes dela brilham na penumbra. Cabelo ruivo selvagem. Minha leoa. Desejo sobe. Pele arde. Intimidade pulsa. Culote úmido. Pernas se entrelaçam. Urgência cresce. Tudo vermelho. Febre consome.
Lábios se encontram. Suave no início. Línguas explodem. Dança feroce. Saliva dela invade minha boca. Gosto salgado. Mãos dela apertam meus seios através do tecido molhado. Mamilos endurecem. Arqueio as costas. Dedos dela descem. Entra no short. Roça o algodão encharcado. Gemido escapa. Eclipse total. Noite falsa. Savana morta. Só nós. Vivas. Urgentes. Arranco o t-shirt dela. Peitos livres. Chupo um mamilo. Dentes roçam. Ela rosna. Inverte. Meu short voa. Culote rasgado. Dedos dela invadem. Quente. Molhado. Ritmo brutal. Coração explode no peito. Pernas tremem. Ela me vira. Rosto na terra. Quadris dela contra mim. Tribo nua. Atrito feroce. Clitóris em chamas. Suor pinga. Gemidos ecoam no silêncio. Orgasmo sobe. Selvagem. Devorador. Corpo convulsiona. Ela goza comigo. Ondas intermináveis. Perco o controle. Tudo é ela. Carne. Calor. Posse.



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