Confissão Picante: A Noite em que Gabriel Me Devorou Inteira
Era uma sexta à tarde no meu apartamento em Paris. O ar parado. Gabriel entra, fato impecável. Conversamos. Olhos nos olhos. A mão dele roça a minha. Dedos finos. Quentes. Subindo o antebraço. Meu corsage ainda cobre a pele. Mas sinto o fogo. Coração martela. Respiração pesada. Ele se aproxima. Rostos colados. Alentos misturam-se. Boca na boca. Línguas dançam. Frenesi. Mãos dele exploram. Peitos. Costas. Pernas. Meu corpo arde. Carne de galinha. Ele me leva. Eu cedo. Cinto desabotoado. Pau quente na palma. Duro. Pulsante. Perco o controlo. Cabeça baixa. Entra na boca. Salgado. Veias saltadas. Chupo. Ele geme. Olhos fechados. Adoro isso. Desejo explode. Vermelho total. Urgência. Quero mais.
No quarto. Luz fraca. Cama bagunçada. Ele me despe. Pele nua. Suor escorre. Coração explode no peito. Pernas abertas. Ele entre. Devagar. Dor aguda. Mas prazer logo em cima. Bacia dele avança. Profundo. Encho-me. Gemidos escapam. Ritmo acelera. Selvagem. Unhas cravadas nas costas dele. Suor pinga. Cheiro de sexo. Pau me rasga. Gozo vem. Corpo treme. Ele não para. Vira-me. De quatro. Entra forte. Posse total. Grito. Pele queima. Cada estocada multiplica. Orgasmo rasga. Ele goza dentro. Quente. Cheio. Mas quer mais. Boca de novo. Leite escorre. Engulo. Sabor viciante. Horas assim. Sem fim. Corpo exausto. Mas faminto.
A Febre
Amanhece. Pele ainda quente. Marcas nos quadris. Lábios inchados. Ele dorme ao lado. Acordo. Sinto o vazio preenchido. Mulher agora. Cama cheira a nós. Suor seco. Coração acalma. Mas ecoa o prazer. Único. Devorador. Gertrude e Geneviève batem à porta. Café da manhã. Elas sorriem. Sabem tudo. “Boa noite?” Perguntam. Rio. Radiosa. Gabriel parte. Promete segundas. Dez horas. Recompensas. Corpo formiga ainda. Cinzas quentes. Felicidade crua. Perdi virgindade. Ganhei intensidade. Suor e perda de controlo. Para sempre marcado.



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