Confissão Picante: A Iniciação Devoradora na Casa Isolada

O carro para diante do portão isolado. Floresta densa ao redor. Coração martela no peito. Enrick sorri, impassível. Eu suava frio na autoestrada, agora o ar fresco me gela a pele. Charlène e Hermann nos recebem. Ela em vestido leve, ele de preto. Aperitivo no salão branco. Piscina reluz lá fora. Charlène some. Volta de avental só, seios escapando, pubis liso exposto. Pernas em meias, salto alto. Meu estômago revira. Enrick me manda pro saco verde. Sigo Charlène escada acima. Mãos tremem. Bustier negro, meias, salto dourado, colar com cadeado. Desço devagar. Flashes crepitam. Pivoto, seios pesados balançam, fenda úmida à mostra. Enrick orgulhoso. Esqueci o rosebud. Punida. Chupo o metal frio, saliva escorre. Viro, dedo úmido na roda dentada. Empurro. Entra fácil, preenche. Calor sobe. Jantar: ajoelhada, sirvo Enrick. Como no prato no chão, visão dele pela mesa de vidro. Pernas dormentes. Game time. Post-its: gages sorteados.

Charlène no berço de Judas. Orties chicoteiam sua pele. Eu fustigo, culpa queima. Fessée minha vez. Martinet queima nádegas. Cravache explode. Dor vira onda. Gozo de pé, pernas tremem. Seios comuns: olhos vendados, mãos presas no teto. Pinças mordem mamilos. Corrente na boca. Orties açoitam. Dedos invadem minha fenda. Grito ecoa em Charlène. Orgasmo rasga, dor e gozo fundem. Mobilier: Charlène vaso vivo, flores em suas aberturas. Eu, soubrette ligada: boca busca garfo, lambe sapatos. Humilhação molha coxas. Velos sem selim, gode ereto. Pedalo, impalo-me duas vezes. Vento frio na pele nua. Venci Charlène. Ela lambe meu gode sujo.

A Febre

Bonus. Hermann ordena: ajoelho, chupo seu pau grosso. Olho Enrick, ele aprova. Boca cheia, veias pulsantes. Charlène mama meu homem. Gozo na garganta. Ela me beija, sêmen misturado. Línguas dançam. Pele ainda arde, coração desacelera. Sudor friooooo. Abraçados na grama, sussurros. Algo mudou. Perdi controle, ganhei fogo eterno. Implosão total. Único.

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