Confissão Picante: Minha Obsessão pelo Esperma no Cabanon Escondido

O cabanon atrás da casa da minha mãe cheirava a madeira úmida e folhas secas. Eu tinha 12 anos. Pele arrepiada. Coração martelando no peito. Minha amiga puxou minha mão. ‘Hoje vai ser o maior’, sussurrou. Entramos. Quatro garotos esperavam, olhos famintos. Tirei a blusa. Seios pesados balançando. Auréolas largas, mamilos duros como borrachas. Eles engoliram seco. Calor subia das coxas. Meu corpo queimava. Urgência pulsava entre as pernas. Molhada já. ‘Vamos ao concurso’, eu disse, voz rouca. O alvo de dardos na parede. Caixa de madeira no chão. Jornais espalhados. Ruban à mesurer pronto. Meu peito arfava. Desejo vermelho. Tudo febril. Pele suada colando na roupa fina. Eles baixaram as calças. Pênis saltando. Não circuncidados, preferidos. Pré-púcio cobrindo glândulas rosadas. Eu me aproximei. Dedos tremendo de excitação. Toquei o primeiro. Macio virando ferro. Ritmo cardíaco explode. Respiração curta. Ofegante. ‘Masturba devagar’, ordenei. Ele gemeu. Eu lambi os lábios. Molhei devagar. Olhos fixos no dele. Seios roçando seu braço. Calor da pele dele na minha. Intenso. Perigoso. Meu fetiche acordava. Esperma. Quente. Jorrando. Coração na garganta.

O braseiro acendeu. Ele bombeou forte. Eu ajudei. Mão na dele. Ritmo selvagem. Sem filtros. Suor escorrendo pelas costas dele. Pele colando na minha. ‘Mais rápido’, gemi. Seios balançando livres. Mamilos roçando o ar quente. Ele urrou. Fenda abrindo. Jatos brancos. Quatro pulsos potentes. 94 centímetros. Minha amiga mediu. ’37 polegadas!’, gritou. Traînées longas no jornal. Quente. Visco. Doce cheiro. Dedos mergulhei. Espalhei na palma. Calor na pele. Coração disparado. Urgência de possuir. Ela me empurrou. ‘Prova agora’. Pênis semi-duro na boca. Sabor salgado-doce. Onctuoso. Língua rodando. Ele reendureceu. Gigotou. Segunda carga. Engoli. Engasguei. Riso dela. ‘Sente o pulsar, viciosa’. Mais garotos. Rolos de papel higiênico nos paus. Desenhos bobos. Frottei. Esperma dentro. Enduvi seios. Eles lamberam. Línguas quentes nos meus D-cup. Leite próprio de volta. Selvagem. Corpos colidindo. Suor misturado. Ritmo animal. Pele em chamas. Posse total. Perdi o controle. Molhada encharcando a calcinha. Fim do dia: doze cargas num bowl. Batido em mousse. Açúcar. Frutas. Avó levou pra inglesa. ‘Feito com ajuda de garotos’, piscou minha amiga. Ela devorou. Perverso. Divino.

A Febre do Desejo Irresistível

As cinzas caíam devagar. Cabanon vazio. Corpo exausto. Pele ainda queimando. Seios pegajosos de resquícios. Coração desacelerando. Ritmo lento. Sabor na boca. Vício plantado. Cigarro aceso. Primeira tragada. Não tossi. Addict. Olhei pros jornais sujos. Distâncias marcadas. 94 cm ecoando. Único. Devorador. Perigoso. Minha avó rindo lá longe. Inglesa saciada sem saber. Eu sorri. Fixação eterna. Esperma. Pênis. Tudo. Aos 78, ainda molho a calcinha lembrando. Saúde boa. Mais confissões vêm. Antes do além. Diane, a viciosa.

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