Confissão Picante: A Febre nas Margens do Lidoire

O primeiro dia quente de julho. Suor colando a pele. Pedalamos até as margens do Lidoire. Campos em declive. Árvores densas. Encontramos uma praia minúscula de areia. Sol batendo forte. Deserto. Roupas voam. Mergulhamos nus na água fresca. Libélulas dançam. Têtards fogem. Saímos. Escondemos tudo. Só shorts molhados na pele. Caminhada nos campos. Silêncio. Coração já acelerado pelo sol.

Voltamos. Alexandre agarra meu braço. Ali, na clareira. Ela. Robe amarela clara. Cintura fina. Chapéu no chão. Desata o cinto. Robe cai. De costas. Pele branca. Sutiã solto. Calcinha branca escorrega. Coração explode. Eu, 17 anos e meio, virgem. Timidez do caralho. Ereção instantânea. Ela entra na água até as coxas. Água no pescoço. Fica parada. Bundas firmes. Ajoelha-se. Nada um pouco. Sai. Seios perfeitos. Rosto doce. Olhos verdes. Cabelo castanho claro. Trinta anos. Toison densa. Olha em volta. Paréo no chão. Deita de bruços.

A Febre

Viramos. Espiões. Metros de distância. Criquets cantam. Ela rola. Cabelos soltos. De costas. Olhos fechados. Surplomb perfeito. Eu de barriga no chão. Pila dura roçando terra. Urgência de tocar. Olho Alexandre. Ele se mexe. Frota devagar. Ela acaricia ventre. Seios. Pincers mamilos. Mão desce. Coxa interna. Dedo na toison. Masturba-se. Lenta. Coração na garganta. Pele a arder. Ruído. Galho parte. Ela salta. Nós nos encolhemos. Calcinha. Sutiã. Robe. Mão debaixo da saia. Dedo à boca. Lambe. Vai embora. Perto. Sem nos ver.

O Braseiro

Alexandre: “Viste?” Eu: “Foda-se, linda.” Ele: “Triqueira infernal.” Eu calo. Ele insiste. Admito. Ele descreve. Dedo no cu dela. Seios na boca. Minha pila pulsa. Ele mostra a dele no short. Ordena. Eu obedeço. Olha a minha. Toca. Recuo. Ele abre braguilha. Pila grossa. Glande luzidio. Dedo circula. “Toca.” Argumento fraco. Toquei. Quente. Palpita. “Beija.” Resisto. Cedo. Lábios na base. Depois no topo. Língua no pré-gozo. Salgado. Neutro. Ele me acaricia. Gozo. Jatos no ventre. Ele lambe. Me faz lamber meu próprio sumo. Não é mau.

As Cinzas. Ele fica de pé. Short fora. Eu agarro. Devagar. Ele baixa o meu. Nus. Picas frente a frente. Toque. Testas roçadas. Divino. Ele acelera. Eu também. Gozo primeiro. Ele visa meu ventre. Jatos quentes. Gritos baixos. Olhares. Shorts on. “Vamos.” Rio para lavar. Bicletas. Silêncio no caminho. Vergonha sobe. Juro nunca mais. No aldeia, ele convence. Amanhã, ela volta. Pele ainda queima. Único. Irrepetível. Ou não.

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