Confissão Picante: O Ménage Selvagem que Me Fez Perder o Controle
Sábado, 26 de maio, 10h35. Apartamento de Juliette e Roméo. Acordei com o corpo em chamas. Quatro meses fora, pele bronzeada pelo sol americano, mas faminta por eles. Entro nua na sala, pernas trêmulas, coração batendo como tambor. Ouço os gemidos ecoando da cama. Juliette urra primeiro, voz rouca cortando o ar. Meu peito arfa. Pele quente, suor já brotando nas costas. Roméo surge, pau ainda inchado, brilhando de umidade. Ele boceja, coça as bolas sem pudor. Meu pulso acelera. Quero devorar tudo de novo. Vou ao banheiro, água fria no rosto, mas o fogo só cresce. Volto. Peço a ele o café. Ele ri, peignoir aberto. Eu deslizo a mão entre suas coxas, sinto o calor pulsar. ‘Se tiveres mais fome, junta-te a nós.’ Beijo faminto. Corro para a cama. Juliette dorme, lençóis embolados, seios expostos. Meu coração explode. Toquei-a devagar, dedos traçando curvas. Ela acorda gemendo. Roméo entra, olhos selvagens. Tudo vermelho agora. Respiração pesada. Mãos ávidas. Boca em boca. Línguas brigando. Pele colando em suor. O ar cheira a sexo fresco. Dedos mergulham em mim, molhada instantânea. Unhas cravando costas. Coração galopando. Urgência pura. Quero possuir, ser possuída. Juliette me puxa, coxas abrindo. Roméo atrás, pau duro roçando. Febre total. Nada importa. Só isso. Selvageria.



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