Confissão Picante: O Voyeur que Nos Levou ao Êxtase no Carro do Camping
O sol poente tingia as dunas de fogo. Havíamos passado o dia na praia do camping naturista. Hélène, minha companheira de 32 anos, corpo perfeito, seios firmes 85B, barriga lisa, bundas empinadas. Nuas, expostas. Voyeurs ao redor, paus duros para ela. Eu a untei de protetor. Mãos no dorso, nas nádegas. Virei-a. Massageei peitos, mamilos rígidos. Desci ao ventre, coxas. Dedos roçando a boceta molhada. Ela gemia baixo. Quatro olhares nos devoravam. Um pau enorme pulsava perto. ‘Vou fazê-lo gozar só te tocando’, sussurrei. Ela riu, excitada. Toquei o clitóris inchado. Ela ergueu o quadril. O cara explodiu no areia. Eu endureci tanto que doeu. Ela pegou meu pau, apertou. Gozei na mão dela, jatos quentes. Coração martelando. Pele em brasas. No fim do dia, rumo ao carro. Senti passos atrás. Instalei-nos. Beijo voraz. Ela olhos fechados. Ele ali, colado à janela. Baixei o short. Pau dele saltou, roxo, latejante. Levantei a blusa dela. Seios ao ar. Gemi. Dedos na boceta dela, encharcada. Ela viu-o. Protestou fraco. Beijo calou-a. ‘Senta em mim’, ordenei. Cavalgou-me, fundo. Ele circulou. Baixei o vidro. Mão dele nos seios dela. Desceu ao sexo. Dedo no clitóris. Ela gritou. Corpo arqueado. Agarrou o pau dele. Dedo dele roçando o meu dentro dela. Tremores. Orgasmo violento, inédito. Gozei dentro, jatos fundas. Ele gozou no rosto dela. Semanas de tensão explodiam ali. No carro abafado, suor misturado, corações disparados.
O ar denso cheirava a sexo. Ela quicava no meu colo. Boceta engolindo meu pau latejante. Ele masturbava furioso, veias saltadas. Olhares dela furtivos no membro dele. Eu beliscava mamilos duros. Ela gemia rouca. Baixei vidro. Vento quente invadiu. Mão estranha nos peitos dela. Pesava, apertava. Desceu ventre. Chegou à boceta aberta, molhada escorrendo. Dedos no clitóris. Ela urrou. Corpo convulso. Mão dela no pau dele, apertão desesperado. Dedo dele invadiu, roçando o meu. Atrito insano. Ela tremeu. Quadris loucos. Orgasmo rasgou-a. Contrações apertaram-me. Gozei explosivo, enchendo-a. Ele jorrou no rosto dela, esperma quente pingando. Pernas moles. Respiração ofegante. Pele pegajosa. Posse total. Perigo delicioso. Nada filtrado. Só instinto bruto.
A Febre
Ela se aninhou no meu peito. Rosto no pescoço. ‘Eu te amo’, sussurrou rouca. Limpei-a com a blusa. Ele se foi, aceno grato. Ficamos ali, abraçados. Corações desacelerando. Pele ainda fervendo. Suor secando frio. Algo mudara. Passo gigante no nosso amor. Exposição total nos unira mais. Camping naturista, dunas voyeurs, carro cúmplice. Vivemos o proibido. Pleasures devoradores. Cinzas quentes sob a pele. Sorriso cúmplice. Mãos entrelaçadas. Noite caía serena. Mas o fogo interno ardia eterno.



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