Confissão Picante: O Desejo Devorador com o Meu Pépère Solitário

Entro no quarto escuro do pépère Albert. O ar cheira a poeira e solidão. Ele deitado, olhos tristes. Acabo de descobrir a fita no vídeo. Cena erótica antiga. Homem fustiga a mulher nua. Meu coração acelera. Curvo-me para limpar. Sinto o olhar dele nas minhas nádegas. Provoco. Levanto a saia devagar. Pele exposta. Ele cora como menino. “Pépère, feche os olhos.” Mas ele lambe os lábios. Falo com voz rouca. “Gosta disto?” Ele sorri safado. Tiro a blusa. Seios livres na brassière. Viro as costas. Saia cai. Só culote e sutiã. Cambaio o rabo. Ele ofega. De quatro patas, empino. Ele endurece sob o lençol. Começo os exercícios. Pernas ao alto. Ele devora com os olhos. Suor escorre pela minha espinha. Mamas balançam. Tiro o sutiã. Pezones duros roçam o chão frio. Ele geme baixo. Sento de frente. Puxo as pernas. Culote entra no sexo. Pelos escapam. Ele lambe os beiços. Meu clitóris pulsa. Acaricio-me devagar. Dedos molhados. Ele manda beijos. Calor sobe. Pele queima. Coração martela. Quero mais. Perigoso. Proibido. Irresistível.

Aproximo-me do leito. Debruço sobre o rosto dele. Mamas roçam a barba rala. Boca faminta chupa um seio. Dentes mordem o mamilo. Arrepio elétrico. Mão velha sobe a coxa. Dedos ágeis invadem o culote. Separam as carnes. Entra no meu buraco encharcado. Mexe devagar. Clitóris explode. Gozo forte. Pernas tremem. Ele cheira os dedos. Lambe meu mel. “Adoro teu cheiro de fêmea.” Volta a foder-me com os dedos. Orgasmo após orgasmo. Subo na cama. De quatro, rabo na cara dele. Ele puxa-me para baixo. 69 selvagem. Boca gulosa lambe o culote. Nariz enterra no meu cheiro. Mãos abrem as nádegas. Língua fura o tecido. Eu abro o lençol. Pau velho, duro como ferro. Chupo. Bolas enrugadas na mão. Engulo até à garganta. Ele devora meu sexo. Mordo o clitóris. Gozo na boca dele. Ele treme. Sêmen jorra. Engulo o primeiro jato. Resto no rosto. Lamúria quente nos olhos, lábios. Ele sorri envergonhado. Eu lambo tudo. Pele grudento. Coração em fúria. Selvagem. Sem freios. Urgência total.

A Febre

De repente, voz grave: “Ouais, on se prive pas.” Éric, o neto, ali parado. Trinta anos. Olhos famintos no meu sexo aberto sobre a cara do avô. Pépère nem nota. Continua a lamber. “Éric, bate à porta, caralho.” Ele ri. “Que polinha boa, pépère. Continua. Eu assisto.” Paro. Pele ainda arde. Gozo escorre pelas coxas. Levanto-me devagar. Seios ofegantes. Culote torto. Olho Éric. Ele ajusta a braguilha. Pépère suspira, cansado mas feliz. Eu visto a roupa. Mãos tremem. Saio do quarto. Ar frio no corredor. Pernas moles. Coração desacelera. Mas o fogo lateja na memória. Pele marca de dentes e dedos. Placer único. Devorador. Perigoso. Volto amanhã? Sorriso safado. Sim.

Post Comment

You May Have Missed