Confissão Picante: Gages nas Dunas e o Garage Devorador
O sol batia forte nas dunas. Coração acelerado. ‘Chiche’, disse ela, sorriso safado. Gage para o perdedor. Pedalamos como loucos na terra. Eu chego primeiro. ‘Sem calcinha pro resto.’ Ela hesita. Olha em volta. Desliza o short. Calcinha preta na minha mão. Quente. Úmida. Meu pau endurece no short largo. Continuamos. Ela perde de novo? Não. Eu caio na areia. Ela voa pro mar. ‘Meu turno. Sem cueca pra você.’ Vermelho no rosto. Desço tudo. Ela ri da mancha de porra no tecido. ‘Pequeno porco.’ Ajoelho na areia. Pau duro. Olhos nas coxas dela. Sem nada por baixo. Bato uma rápido. Gozo forte. Ela sorri. Dominatrix disfarçada.
Novo desafio. Aposta grande. Semana inteira. Noite no meu apê. Ela aceita. Corrida final. Eu venço por pouco. Parking vazio. ‘Ajoelha.’ Ela obedece. Mãos nas coxas. Entra no short. Me faz gozar. Silêncio na volta. Garage subterrâneo. Fecho a porta. Luz fraca. Poeira no ar. ‘Nu completamente.’ Ela tira tudo. Só tênis. Amarro mãos altas na prateleira. Pernas abertas. Beijo voraz. Ela ofega. Imóvel. Minha.
A Febre
Mãos frias no ventre. Ela recua. Riso nervoso. Chatilhas nos flancos. Aisselas. Grita. Se debate. Pernas. Virilhas. Efleuro o sexo. Molhada já. Pausa. Contemplo suor na pele branca. Toison preta. Puxo perna direita pro teto. Horizontal. Musculos tensos. Tiro tênis. Cheiro de suor. Meia na boca. Fita. Beijo rosto. Lambo orelhas. Ela geme. Mão no peito. Mamilos duros. Dedo no mel. Encharcado. Chatilhas na perna aberta. Perna do pé. Língua nos dedos. Corpo treme. Suor pinga.
Mão na coxa. Clitóris inchado. Vaivém nas lábios. Ela explode. Rálea no bâillon. Corpo mole. Eu seguro. Abraço forte. Coração martela. Pele em brasa. Cinzas quentes. Solto devagar. Olhos dela. Amor puro. Violência do prazer. Único. Eterno. Pernas fracas. Beijos suaves. Ar pesado de sexo. Saímos mudados. Fogo interno ainda queima.



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