Confissão Picante: A Noite Selvagem na Casa da Praia em Lacanau
Entro na pequena casa florestal dela em Lacanau. O ar cheira a pinho e mar. Coração martela no peito. Éliane sorri, olhos famintos. ‘Rafresca-te’, diz. Corro para o chuveiro. Água quente escorre pela pele. Membro endurece só de imaginar. Esqueço fechar a porta. Ela aparece. Cabelos soltos, robe rosa entreaberto. Seios firmes, bronzeados, bicos erguidos. ‘Oh lá lá, já assim?’, ri. Sinto vergonha e orgulho. Ela puxa o cortinado. Olha minha ereção pulsar. Ajoelho-me no banheiro úmido. Mãos dela na minha peito. Pincela mamilos. Língua titila. Frissons explodem. Corpo treme. Verga incha mais. Ela segura testículos. Conforto invade. Mão savonosa desliza rápido. Água morna. Boca quente engole. Sucção vigorosa. Prazer irrompe. Gozo na boca dela. Vergonha? Ela sorri. ‘Primeira vez, normal’. Tutoia agora. Intimidade crua. ‘Vem para o quarto’. Sigo nu, coração acelerado. Pele arde. Urgência de possuir.
Deito no lit. Ela sobe. Pernas abertas sobre meu rosto. Cheiro inebriante. Vulva úmida perto dos olhos. Dedos nas grandes lábios. Língua no clitóris. Encontro o botão. Titilo suave. Dedo entra no vagin quente. Dois dedos agora. Ela geme. Corpo torce acima. ‘Vai devagar’. Soube intensificar. Ela desce. 69 feroz. Língua dela em mim. Dedo no ânus. Eu faço igual. Calor nos testículos. Ela monta. Verga afunda no úmido. Dança selvagem. Quadris batem. Gritos abafados. Prazer sobe como onda. Tento sair. Ela prende. Soudés. Explosão mútua. Suor misturado. Corações galopam. Pele colada, quente, pegajosa.
A Febre
Adormecemos abraçados. Silêncio satisfeito. Corpo dela contra o meu, ainda fervendo. Acordo com alarme às 4h. Ela vai ao banho. ‘Levanta, levo-te’. Na 2CV, pergunto: ‘Continuamos as aulas?’. Ri. ‘Sim, mas eu mando’. Beijo final. Feus vermelhos somem. Fico na praia fria. Pele ainda queima. Memórias carnais. Ela me ama? Ou só fantasia? Não importa. Vivi o fogo. Cinzas quentes no peito. Desejo eterno.



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