Confissão Picante: Fogo na Cabine de Lingerie

O ar da loja de lingerie sufoca de desejo. Maria entra, o coração martelando. A vendedorinha sorri, mas ela só pensa nele. Dominique. Aquele olhar sombrio na rua. O café onde cruzaram olhares famintos. Agora, aqui. Ela pega a guêpière preta, os bas. Corre para a cabine. Fecha o cortinado. Desliza a robe leve. Pele exposta ao espelho. Cinquenta e quatro anos. Formas generosas. Seios pesados, toison aparada perfeita. Calor sobe. Respiração acelera. Ele entra na cabine ao lado. Sente-o. Halena contido. Ela sorri no escuro.

Tecido raspa. Ela enverga a guêpière. Transparente. Seios empinados. Bas sobem pelas coxas. Nylon frio na pele quente. Cliques das ligas. String fendido. Coração explode. Ele invade. Porta range. Corpo nu quase. Olhos dele devoram. “Chut”, sussurra. Dedo nos lábios. Beijo feroz. Línguas colidem. Mãos dele nas nádegas. Apertam. Descem. Molhais. Coxas tremem. Ele mapeia. Ombros. Costas. Seios libertos. Dedos roçam mamilos. Duros. Escarlates. Ela geme baixo. Pulsar no ventre. Urgência queima.

A Febre

Língua dele desce. Rói a pele. Chega ao string. Empurra. Toison úmida. Dedo abre flores. Néctar escorre. Boca faminta. Chupa a pérola. Língua gira. Elétrica. Pernas fraquejam. Ela apoia na parede. Uma perna no ombro dele. Molhado. Sucção voraz. Coração galopa. Suor perola a pele. Ele lambe fundo. Ela morde lábio. Sangue na boca. Orgasmo ruge. Corpo convulsiona. Sopro longo. Silêncio ofegante.

O Braseiro

Ela vira caçadora. Beijo molhado. Senta no banquinho. Bossa no jeans dele. Cinto solto. Zíper range. Boxer cai. Membro salta. Grosso. Veias pulsantes. Boca dela engole. Glans inchado. Língua rodeia. Sucção funda. Garganta estica. Ele geme. Mãos nos cabelos. Ela acelera. Palpita na boca. “Vou gozar”. Ela liberta. Jatos quentes nos seios. Creme grosso escorre. Pele arde. Ela lambe lábios. Olha o sêmen. Libertina plena.

Ele treme. Mouchoir. Carta. “Se quiser…”. Sai rápido. Ela limpa. Pele ainda ferve. Sai da cabine. Compra tudo. Noite com marido. Robe preta. Apéritif. “Faz de mim o que quiseres”. Ele ataca. Fesses nuas. String baixo. Dedos invadem. Levrette feroz. Depois cu. Torpedo fundo. Ela grita prazer. Gozo dele enche. Imagina Dominique na outra fenda. Cinzas quentes. Corpo saciado. Memória eterna. Coração desacelera. Mas o fogo… lateja baixo.

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