Minha Primeira Boca em um Pau: Confissão Ardente aos 18 Anos

O parking deserto da zona artisanale. Noite fria de inverno. Meu carro parado, rádio ligada baixa. Mãos suadas no volante. Coração martelando no peito. Espereiro o SMS dele há semanas. Dominique. 40 anos. Viril. Casado. Meu Mestre, como ele se chamou. Faróis cortam a escuridão. Saio trêmulo. Aperto de mão firme. Alto, grisalho, óculos, fato e gravata. Carro alemão reluzente. ‘Segue-me’, ordena. Obedeço. Rodas rurais esburacadas. Paramos à beira da estrada. Campo negro, silêncio opressivo. Entro no banco do passageiro. Cheiro de couro e homem. Nervoso, elogio o carro. Silêncio. Ele abre a braguilha. Pau sai duro. ‘Vai!’, rosna. Voz dominante, mas suave. Serviette na caixa de luvas. Estômago revira. Excitação explode. Mão treme ao tocar. Pele macia, recém-raspado. Quente. Veias pulsantes. Masturbo devagar. Ele suspira, olhos fechados. Coração na garganta. Meu pau endurece na calça. Febre sobe. Pele arde. Urgência devora. Penetro-me no ato. Boca se abre. Língua roça o gland. Salgado. Quente. Saliva escorre. Engulo inteiro. Carne elástica preenche. Sucção ritmada. Testículos na mão. Lambo de baixo a cima. Ele agarra minhas nádegas. Dedos fortes. ‘Olha-me nos olhos’, manda. Obedeço. Olhar faminto. Acelero. Boca fode o pau dele. Gemidos ecoam. Corpo suado. Perco o controlo. Selvageria toma conta. Hampe lateja. Ele avisa: ‘Vou gozar’. Quero tudo. Boca aberta. Pulsos quentes. Esperma jorra. Engulo. Insosso, viscoso. Corpo relaxa. Ele se recompõe rápido. ‘Não tenho tempo. Depois volto.’ Sai. Fico ali, atordoado. Dirijo para casa. Pau latejante. Masturbo furioso na cama. Repasso cada segundo. Vergonha queima. Excitação vence. Cinzas quentes na pele. Algo único gravado na alma. Dias depois, outro SMS. Mas isso é outra fogueira…

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