Confissão Picante: Sexo Selvagem Sob a Chuva no Vieux-Montréal

Liguei para ela numa noite de verão. Tudo pronto. Encontro no Vieux-Montréal, 22h. Jeans casuais, botas. Chuva forte. Levei guarda-chuva. Lá estava ela, no carro, perto do Marché Bonsecours. Desceu. Peguei sua mão. Andamos colados sob o guarda-chuva. Dedos roçando. Excitação no ar. Tensão sexual explode. Ruazinha escura. ‘Vem por aqui.’ Escadaria estreita, saída de emergência. Prédio abandonado. Ninguém nos pega. Desci escada. Chuva vira cascata nos degraus. Ela hesita. ‘Confia em mim.’ Fechei guarda-chuva. Plaquei-a na porta. Braços no meu pescoço. Beijos famintos. Mãos nos cabelos molhados. Boca no pescoço encharcado. Tirei casaco. Camisa encharca. Pele dos braços, peito visíveis. Abri camisa com força. Camisola branca fina, seios apontando. Mãos nas curvas. Beijos quentes. Tirei camisa toda. Soltei jeans. Agachei. Tirei calça, botas ficam. Levantei. Corpo nu só camisola e calcinha branca. Sexy pra caralho. Plaquei de novo. Braços dela pro alto, agarra cano. Pernas enroscam minha cintura. Peito exposto na chuva. Soltei alça. Lambi seio. Chupei mamilo. Pernas dela na grade. Cabeça entre coxas. Calcinha molhada de chuva e tesão. Deslizei pro lado. Língua no clitóris inchado. Chupei forte. Gritos dela. Enfiei língua fundo. Sabor divino. Coração acelerado. Pele quente apesar da água gelada.

Ela me empurrou pros degraus. Soltou cinto. Puxou calça e cueca. ‘Senta.’ Molhado total. Olhos na minha pau duro. Virou costas. Agachou. Empunhou. Guiou pra entrada dela. Segurei ombros. Ela manda. Soltei. Cavalgou selvagem. Amazona louca. Pula sem soltar. Cabeças pra trás. Chuva no rosto. Mãos nas ancas dela. Dela nos cabelos, pescoço, peitos, clitóris. Seios amassados. Dedo no gozo. Orgasmo dela explode. Forte. Longo. Parou. Inclinou. Mão na porta. Sorriso diabo. Culão perfeito na cascata. Levantei. Penetrei devagar. Profundo. Carícias nas ancas, costas, pescoço. Acelerei. Ombros dela. Foda profunda. Olhos dela imploram mais. Rápido. Forte. Rosto na porta. Mistura dor e prazer. Recuei. Ela empurrou cu contra mim. Agarrei cabelo molhado. Empurrei cabeça. Peitos balançam. Soltei outra alça. Seios livres. Bati mais forte. Gozo dela vem violento. Corpo treme.

A Febre

Empurrou. Ajoelhou. Punheta forte. Olhar safado. Chuva nos corpos exaustos. Admiro ela assim. Cabelo grudado. Sorriso vitorioso. Gozei nos peitos. Ela espalhou com pau. Beijei pescoço, boca, língua. Vestimos roupas encharcadas. Convidei pra casa. ‘Não. Mistério é o tesão.’ Foi embora rápida. ‘Nunca dois sem três.’ Caminhei sozinho. Chuva agora doce. Memória queima. Toda aversa me leva ali. Pele ainda arde.

Post Comment

You May Have Missed