Confissão Picante: O Orgásmo pelo Olfato na Clareira do Riacho

A clareira ao lado do riacho sussurra segredos. Sol filtrado pelas árvores. Eu deito na toalha, corpo ainda úmido do banho frio. Émilie se aproxima. Toque leve no rosto. Um lenço cobre meus olhos. Escuridão total. Coração acelera. ‘Hoje é o olfato’, sussurra ela. Voz rouca, urgente. Perfume dela invade primeiro. Doce, guloso. Narinas dilatam. Inspiro fundo. Corpo reage. Pica lateja.

Ela some. Passos leves no chão. Volta. Erva fresca roça o nariz. Flores silvestres. Lavanda do campo vizinho. Brins úmidos tocam lábios. Ecórce, pedra do riacho. Limão azedo. Pão quente do saco. Mundo vira cheiros. Pele arde. Excitação sobe. Ela ri baixo. ‘Não sou eu agora. São os ares da natureza.’ Distante, voz dela pelo riacho. Concentro-me. Cheiros sutis florescem. Coração martela peito. Desejo vermelho queima.

A Febre

Volta perto. Pele dela agora. Quente, salgada do sol. Cabelos úmidos. Braços secos. Seios macios. Entrepernas úmido, almiscarado. Passa devagar. Corpo dela dança sobre mim. Nariz fareja cada centímetro. Passos para os arbustos. Chorro fino. Cheiro íntimo, doce-azedo. Volta. Dedo sob nariz. ‘Sinto meu estado?’ Umidade pegajosa. Excitação dela grita. Coração explode. Meu pau duro como pedra.

Ela deita ao lado. Pernas abertas. Sexo perto do rosto. Dedos molhados roçam bochechas. Testa. Lábios. Tento lamber. ‘Não. Amanhã o gosto.’ Risada trêmula. Mãos dela no rosto. Fresca umidade espalha. Cheiro de tesão invade. Pele gruda. Inspiro voraz. Corpo treme. Ela geme baixo. Dedos chapinham. ‘Minha flor aberta. Couro a mil.’ Urgência acelera. Ritmo cardíaco surdo nos ouvidos.

O Braseiro

Muqueuses quentes tocam nariz. Calor úmido. ‘Inspira. Minha boceta.’ Jatos de cheiro puro. Coração na garganta. Ela pressiona. Dedos voam. Voz falha. ‘Vou gozar. No teu rosto.’ Corpo arqueia. Gemido longo. Líquido quente espirra. Nariz mergulha. Cheiro avassala. Meu gozo explode sem toque. Ela grita. Pressiona mais. Jatos quentes lavam pele. Ondas de prazer. Selvageria total.

Corpo relaxa. Pernas tremem. Ela se ergue. ‘Incrível. Te encharquei.’ Riso aliviado. Ajuda-me ao riacho. Água fria lava. Mãos dela no cabelo. Peito. Rosto. Carícias ternas. Pele ainda queima. Olhos se encontram. Sorriso cúmplice. Jantamos devagar. Confissões fluem. ‘Não sou dominatrix. Mas contigo… perfeito.’ Falo de ciúme sutil. Ela ri. ‘Normal. Significa que te quero.’ Noite cai. Sacos de dormir lado a lado. Bola turquesa brilha no sexo dela. Mão minha na peito. ‘Morgane de ti.’ Sono vem. Cinzas quentes. Momento único gravado na carne.

Post Comment

You May Have Missed