Confissão Picante: O Toque Proibido Sob a Mesa que Incendiou a Noite
A mesa de verão fumegava sob o sol. Amigos rindo. Odile, minha esposa de dez anos, short curto, mão de Armand nas coxas dela. Eu vi tudo ao pegar a serviette. Não me importei. Olhos em Cerise, fresca, pernas bem desenhadas. Soltei as tongs. Pé no joelho dela. Surpresa nos olhos. Ela recua fraco. Sorri. Insisto. Pernas se abrem devagar. Coração bate forte. Meu pé sobe. Pubis dela. Orteão roça a calcinha. Rosto cora. Se inclina, disfarça. Coxas apertam meu pé. Suspiro. Para. Sorri grata. Puxo pé. Calmos molletes. Ela come, forquilha tremendo.
Horas depois, beijos de despedida. Odile sussurra: Armand me aqueceu, vou com ele. Campo livre pra Cerise. Sussurro nela: 21h, volta. Ela: Verifico com Corentin. Sorriso promete.
A Febre
21h15. Batida tímida. Entro, Cerise. Robe de botões, verão quente. Senta no meu colo. Beijo no pescoço. Ronrona. Mãos abrem botões. Seios pequenos, livres. Empoam macios. Suspiro. Abre minha braguette. Pega pau duro. Dedos tímidos. Tateia. Minha mão entre coxas. Culotte Vichy fora. Sexo molhado. Beijo profundo. Línguas dançam. Ela cede. Paixão liberta. Coração galopa. Pele queima. Urgência de possuir.
Ajudo a cavalgar. Fede em mim. Suspiro fundo. Mãos atrás cabeça. Ela mexe. Gemidos crescem. Seios balançam. Olhos fechados. Só sexos unidos. Empurro forte. Ela grita orgasmo. Eu explodo. Grito. Desnudo ela. Carrego pro quarto.
De novo dentro, missionário. Ela pede. Odile entra. Decepcionada com Armand. Nuas. ‘Fiquem.’ Odile acaricia Cerise. Dedos em sexo dela. Cerise goza alto. Abraça Odile. Ignoram-me. Vexo, pau duro. Vexado. Saio pro quarto hóspede. Espero. Elas vêm quando faltar pau.
O Braseiro
O Braseiro
No sofá, colo pegava fogo. Cerise tremia. Seios rosados na palma. Mamilos duros. Pau latejava. Ela mal pegava. Inexperiente. Bom. Demora gozo. Dedos no clitóris inchado. Molhada quente. Boca devora boca. Línguas brigam. Ela geme na minha. Coxas abrem mais. Enfio dois dedos. Convulsa.
Levanto bunda. Desce no pau. Enfia devagar. Carne apertada. Quente. Molhada. Olhos nos meus. Perdida. Mexe quadris. Lento. Acelera. Gemidos roucos. Suor escorre. Pele gruda. Seios pulam. Pego um. Mordo mamilo. Grita. Mais forte. Pau entra fundo. Bate útero. Coração explode peito. Ela goza. Aperta pau. Jatos quentes. Eu gozo. Encho ela. Gritos ecoam.
Quarto. Lençóis frescos. Ela de quatro. Entro atrás. Palmas batem bunda. Vermelha. Puxo cabelo. Geme sim. Mais fundo. Ritmo selvagem. Suor pinga. Odile vê. Despindo. ‘Linda.’ Mão em Cerise. Dedos no cu dela. Cerise goza de novo. Olha Odile. Beijam. Línguas. Ignoram pau duro. Vexado. Excitação máxima. Saio. Pau lateja.
As Cinzas
Quarto hóspede escuro. Pau ainda duro. Ouço gemidos delas. Risos. Línguas lambem. Dedos penetram. Gozos múltiplos. Pele arde memória. Cerise fresca. Odile safada. Esperança. Vêm me buscar. Faltará carne dura. Coração desacelera. Suor seca. Noite única. Perigosa. Total. Pele queima eco. Pleauso devorado.



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