Confissão Picante: Seduzida na Cabine de Lingerie por Annabelle

A cabine apertada cheirava a tecido novo e perfume doce. Luz fraca, espelho embaçado pelo calor dos nossos corpos. Eu, Béné, nua exceto pela lingerie azul que Annabelle escolhera. Pele arrepiada. Coração martelando no peito. Ela puxa o cortinado. Entra sem pedir. Olhos azuis perfurando os meus. ‘Espera aí’, diz, e some. Volta com o conjunto bordeaux. Transparente. Provocante. Eu tiro o azul. Devagar. Seios pequenos expostos. Mamilos endurecendo no ar fresco. Pubis com touffe de pelos escuros. Olhar dela faminto. Como uma criança diante de um doce proibido. ‘Estás canon’, sussurra. Respiração pesada. Eu rio nervosa. Enfio a calcinha fina. Tecido leve roçando a pele úmida. Sutiã revelando auréolas rosadas. Espelho mostra uma puta tentadora. Mãos nos seios. Ela aproxima. Sopro quente na nuca. ‘Estás linda, Béné’. Viro-me. Encosto na parede. Paralisada. Ela lambe os lábios. Mãos nas alças. Dedos roçando. Eletricidade. Coração explode. Pele em chamas. Desejo vermelho subindo pelas veias.

Ela avança. Dedos nos meus seios. Sensíveis. Eu gemo baixo. Olhos fechados. Mamilos pinçados. Onda de prazer. Corpo treme. ‘Afasta as pernas, Béné’. Voz doce, comando firme. Obedeço. Coxas abertas. Palma na barriga baixa. Dedos massageando lábios inchados. Úmidos. Quentes. Ela cola o corpo. Boca na minha. Lábios frescos, quentes de fome. Língua invade. Dança selvagem. Dedos empurram o pano. Fricção insana na carne molhada. Ancinha. Gemo no beijo. ‘Queres gozar?’. Aceno sim. Viro-me. Mãos na parede. Calcinha descendo. Fricção final nos pregos. Gemido rouco. Ela atrás. Mãos nos mamilos. Torcendo através da renda. Dedo na boceta. Mergulha fundo. Outro no cu. Pressão. Resistência. Entra lubrificado pelo meu mel. Ritmo feroz. Corpo ondula. Bacia busca. Muquezas escorregadias. Esfíncteres apertam. Ela fode. Boca sussurra: ‘Puta. Encantada’. Olhar possessivo. Explosão. Gozo violento. Corpo convulso. Silêncio quebrado por suspiros.

A Febre

Corpo mole contra a parede. Calcinha nas coxas. Olhos nos dela. Cumplicidade nova. ‘Tudo bem, meninas?’, cortina abre. Vendedora vê. Boca aberta. Bochechas vermelhas. Fecha rápido. Fogem. Rimos alto. Nervosas, cúmplices. Ela paga a lingerie. Vista nela. Pele ainda queima. Toque fantasma nos íntimos. Volta à rua de mãos dadas. Risos pelo olhar chocado da vendedora. Apartamento perto. Rémi espera. Como contar? Segredo nosso. Cinzas quentes. Prazer único. Perigoso. Devorador.

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