Confissão Picante: O Prazer Selvagem Através do Muro

No meu estúdio apertado, 35 rue Anna-Conda, cama colada ao muro fino. Acabo de sair do banho. Água quente ainda pinga na pele. Mão desce devagar. Toquei o seio. Dedo roça o mamilo. Endurece. Suspiro escapa. Alto. Demais. Do outro lado, voz masculina. Hem, Machine, não sonhei? Ruborizo. Vermelha como pimenta. Ele sabe. Eu sei que ele sabe. Coração martela. Pele arde. Ele propõe. De cada lado do muro. Suas mãos nas minhas. Minhas nas dele. Fecho os olhos. Sim, sussurro. Baixo. Voz dele guia. Imagine-nos juntos. Beijo na bochecha. Nariz. Lábios. Chupo sua boca. Mão dele pega meu seio. Polegar no mamilo. Eu faço o mesmo. Ele geme. Respiração acelera. Meu pulso explode. Calor sobe. Pernas tremem. Urgência aperta o ventre. Dedos dele descem. Umbigo. Pelos pubianos. Eu sigo. Aperto seu pau. Lento. Vaivém. Ele pulsa na minha mão imaginária. Suor escorre. Ar rareia. Tudo vermelho. Desejo devora.

Mãos voam. Selvagens. Sem freios. Dedos dele na minha virilha. Evitam a boceta molhada. Frustração queima. Abro as pernas. Cheiro de tesão invade. Minha boceta inunda. Ele descreve. Dedos na toison. Grotte encharcada. Circundam o clitóris. Assaltam. Mil torturas doces. Eu aperto seu pau mais forte. Ele geme rouco. Dedo dele mergulha. Fundo. Explora paredes. Eu imito. Dedo no seu cu? Não. No pau. Bombeio furiosa. Ondulo no colchão. Culpado prazer triplica. Voz dele sussurra obscenidades. Boceta aperta. Líquido escorre coxas. Ele suga semente. Gemidos ecoam muro. Corações sincronizam. Batidas furiosas. Pele em brasa. Suor gruda lençóis. Pau dele inchado. Meu clitóris explode faíscas. Dedo mais fundo. Outro junta. Fodo-me com força. Ele também. Ritmo insano. Urgência de possuir. Rasgar o muro. Penetrar carne. Gritos abafados. Corpo arqueia. Ventre contrai. Vem. Vem agora.

A Febre

Explosão. Corpo convulsa. Pernas prendem mão dentro. Espasmos rasgam. Rio e choro. Molhada toda. Ele grita. Putain, fodi tudo! Gloto. Corpo mole. Pele ainda queima. Pulsos lentos. Sorriso bobo. Voz dele checa. Vai bem, Machine? Nunca tão bem, Truc. Estico como gata. Mamilos sensíveis. Boceta lateja doce. Muro nos separa. Mas uni-nos. Confissões fluem. Segredos sujos. Toques proibidos voltam. Dedo no cu agora. Termômetro nunca ousou. Risos sujos. Confinamento nos prende. Mas prazer liberta. Ele quebra muro depois. Me salva. Canta aria. Acordo. Amor nasce nas cinzas. Único. Devorador. Perigoso.

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